De dôze testões a vara,
Meia de seda incarnada
Que na perna lhe estalava,
Sua bengalla, na mão
Que mal no chão lhe tocava.
Foi-se direita ao convento,
Á portaria chegava.
O porteiro é frei João[34]
Que pela mão a tomava;
Levou-a á sua cella,
De dôze testões a vara,
Meia de seda incarnada
Que na perna lhe estalava,
Sua bengalla, na mão
Que mal no chão lhe tocava.
Foi-se direita ao convento,
Á portaria chegava.
O porteiro é frei João[34]
Que pela mão a tomava;
Levou-a á sua cella,