Dava-me uma vida perra:

De dia pisar esparto,

De noite moer canella,

E uma mordaça na bôcca

Para lhe eu não comer d’ella.

Mas foi a minha fortuna.

Dar c’uma patroa bella,

Que me dava do pão alvo,

Do pão que comia ella.

Dava-me do que eu queria,