Para n’ella navegar.’
—‘Não quero a nau Cathrineta,
Que a não sei governar.’
—‘Que queres tu, meu gageiro,
Que alviçaras te heide dar?’
—‘Capitão, quero a tua alma
Para commigo a levar.’
—‘Renego de ti, demonio,
Que me estavas a attentar!
A minha alma é só de Deus;