Eis aqui um fragmento de suas aspirações poeticas. Vejam as amaveis leitoras que não teem metro, nem rhyma—nem razão… Mas emfim versos não são.

'Olhos verdes!..

'Joanninha tem os olhos verdes…

'Não se reflecte n'elles a pura luz do ceo, como nos olhos azues.

'Nem o fogo—e o fummo das paixões, como nos pretos.

'Mas o viço do prado, a frescura e animação do bosque, a fluctuação e a transparencia do mar…

'Tudo está n'aquelles olhos verdes.

'Joanninha, porque tens tu os olhos verdes?

'Nos olhos azues de Georgina arde, em sereno e modesto brilho, a luz tranquilla de um amor provado, seguro, que deu quanto havia de dar, quanto tinha que dar.

'Os olhos azues de Georgina não dizem senão uma so phrase d'amor, sempre a mesma e sempre bella: Amo-te, sou tua!