—'Eu sei? oito, quinze dias talvez, talvez mais.'
—'E a minha pobre avó, coitadinha! a morrer de saudades…'
—'Consola-a tu, Joanninha: dize-lhe que tiveste novas minhas, que estou bom, que me não falta nada, que tenho esperanças de vos ver muito cedo.'
—'E eu… eu posso, eu heide ver-te todos os dias: não, Carlos?'
—'Ámanhan é sexta-feira…'
—'Ámanhan é o dia negro… nem eu queria: ámanhan não póde ser, bem sei. Mas, tirado ámanhan, meu Carlos, oh! todos os dias!'
—'Sim, querido anjo, sim.'
—'Promettes?'
—'Juro-t'o.'
—'Succeda o que succeder?'