A 'Dona Branca' tres, Frei Soeiro, Frei Lopo e San'-Frei Gil—faz quatro;

A 'Adozinda' tem um ermitão, especie de frade—cinco;

'Gil-Vicente' tem outro—isto é, verdadeiramente não tem senão meio frade, que é André de Rezende, demais a mais, pessoa muda—cinco e meio;

O 'Alfageme' tres quartos do frade, Froilão-Dias, chibato da ordem de
Malta—seis frades e um quarto;

Em 'Frei Luiz de Sousa' tudo são frades: vale bem n'esta computação, os seus tres, quatro, meia duzia de frades—são já dôze e quarto:

Alguns, não eu, querem metter n'esta conta o 'Arco-de-Sanct'Anna', em que ha bem dous frades e um leigo:

E aqui tenho eu ás costas nada menos de quinze frades e quarto.

Com este Frei Diniz é um convento inteiro.

Pois, senhores, não sei que lhes faça: a culpa não é minha. Desde mil cento e tantos que começou Portugal, até mil oitocentos trinta e tantos que uns dizem que elle se restaurou, outros que o levou a breca, não sei que se passasse ou podesse passar n'esta terra coisa alguma pública ou particular, em que frade não entrasse.

Para evitar isto não ha senão usar da receita que vem formulada no capitulo V[3] d'esta obra.