—'Falla aos teus, faze-te conhecer e põe-te a salvo. Ámanhan nos tornaremos a ver: eu te avisarei. Adeus!'
—'E tu, tu?.. E as sentinellas dos realistas?..'
—'Não tenhas cuidado em mim. D'esta banda todos me conhecem'.
Deu alguns passos para o lado da sua casa e levantou a voz:
—'Joanninha! Sou eu, camaradas, sou eu!'
Immediatamente se ouviu o som retinido das coronhas no chão, e o riso contente dos soldados que reconheciam a bemquista e bem vinda voz de Joanninha… da 'menina dos rouxinoes.'
—'Ves, Carlos?.. Adeus! até ámanhan.' disse ella baixo.
—'Até amanhan se…'
—'Se!.. Pois tu?..'
—'Ouve: não digas a tua avó que me viste, que estou aqui: é forçoso, é indispensavel, exijo-o de ti…'