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Rita Farinha (Agosto 2010)

A ARCHITECTURA RELIGIOSA
NA
EDADE-MÉDIA

ENSAIOS DE HISTORIA DA ARTE


A ARCHITECTURA RELIGIOSA
NA
EDADE-MÉDIA
POR
AUGUSTO FUSCHINI

LISBOA
IMPRENSA NACIONAL
1904

A Minha Filha
Octavia Fuschini de Lima Mayer

INTRODUCÇÃO

PARTE PRIMEIRA

ORIGENS DA ARCHITECTURA CHRISTÃ

CAPITULO PRIMEIRO

A LUCTA ENTRE O PAGANISMO E O CHRISTIANISMO

CAPITULO SEGUNDO

OS TRES PRIMEIROS SECULOS DO CHRISTIANISMO

CAPITULO TERCEIRO

AS INVASÕES DOS BARBAROS

PARTE SEGUNDA
OS ESTYLOS CHRISTÃOS PRIMITIVOS

V SECULO AO X SECULO

CAPITULO PRIMEIRO

ESPIRITO E CARACTERES DO ESTYLO LATINO

Schema de uma basilica romana

ROMA. BASILICA DE S. PAULO—Fachada principal

ROMA, BASILICA DE S. PAULO—Fachada lateral (norte)

ROMA—Interior de S Paulo

ROMA. BASILICA DE S. LOURENÇO

ROMA—Interior da Basilica de S. Lourenço

CAPITULO SEGUNDO

ESPIRITO E CARACTERES DO ESTYLO BYZANTINO

CONSTANTINOPLA—Exterior de S.ta Sophia

CONSTANTINOPLA—Interior de S.ta Sophia

CAPITULO TERCEIRO

ACÇÃO RECIPROCA DOS DOIS ESTYLOS CHRISTÃOS PRIMITIVOS

PARTE TERCEIRA

OS ESTYLOS CHRISTÃOS DEFINITIVOS

XI SECULO AO XV SECULO

CAPITULO PRIMEIRO

SYNTHESE SOCIAL DOS SECULOS XI E XII

Dies irae, dies ille
Solvent seculum in faville.

CAPITULO SEGUNDO

ESPIRITO E CARACTERES DO ESTYLO ROMANICO

CAPITULO TERCEIRO

A SÉ PATRIARCHAL DE LISBOA E A SUA RESTAURAÇÃO

Planta da SÉ DE LISBOA—Estado actual

Ruinas da SÉ de LISBOA—Terramoto de 1755

SÉ PATRIARCHAL DE LISBOA—Restauração da fachada principal

SÉ PATRIARCHAL DE LISBOA—Restauração da fachada lateral-norte

CAPITULO QUARTO

SYNTHESE SOCIAL DO SECULO XIII

CAPITULO QUINTO

ESPIRITO E CARACTERES DO ESTYLO OGIVAL

CAPITULO SEXTO

O ESTYLO OGIVAL ENTRE NÓS

1 Terreiro eescadorio.6 Sacristia.
2Adro.7 Portaria.
3 Charola, egrejaprimitiva.8 Côro e corpo da egreja.
4 Antiga porta da egrejaprimitiva.9Claustro de João III—Filippes.
5 Claustro do D. Henrique ou Cemiterio.10 Refeitorio.
11 Claustro de Santa Barbara.

CONVENTO DE THOMAR—Fachada da Egreja

1 Egreja.5 Sacristia.
2 Sala dos Reis.6 Capella do Santissimo.
3 Sala dos tumulos.7 Claustro de D. Diniz.
4 Vestibulo.8 Sala do Capitulo

CONVENTO DE ALCOBAÇA—Fachada da Egreja

PARTE QUARTA

O MOSTEIRO DE SANTA MARIA DA VICTORIA

NA BATALHA

MOSTEIRO DA BATALHA—Vista geral

CAPITULO PRIMEIRO

ORIGENS E CONSTRUCÇÃO DO MOSTEIRO

CAPITULO SEGUNDO

O ESTYLO ARCHITECTONICO DO MOSTEIRO

LEGENDA

primeira epocha

1 egreja.
2 capela do fundador.
3 sacristia.
4 thesouro.
5 claustro principal.
6 casa do capitulo.
7 ponte ou lavabo.
8 refeitorio.
9 cozinha.
10 adega e dispensa.
11 portaria.
segunda epocha

12 claustro de d. affonso v.
terceira epocha

13 vestibulo.
14 capellas imperfeitas.

CAPITULO TERCEIRO

AS EPOCHAS DA CONSTRUCÇÃO DO MOSTEIRO

MOSTEIRO DA BATALHA—Córte longitudinal segundo o eixo da Egreja

CAPITULO QUARTO

DESCRIPÇÃO GERAL DOS EDIFICIOS DA PRIMEIRA EPOCHA

—Estylo Ogival—

I
Plano geral dos edificios ogivaes

MilãoSevilhaBatalha
mmm
Comprimento daporta ao fim da abside14814081,18
Largura de todasasnaves577721,97
Comprimento dotransepto877736,12
Largura dotransepto19169,48
Nave central{ Altura464027,73
{ Largura19169,48

MOSTEIRO DA BATALHA—Córte transversal da Egreja segundo o eixo do transepte

MOSTEIRO DA BATALHA—Córte do Claustro principal

MOSTEIRO DA BATALHA—Portico sul do Claustro principal

II
Descripção das fachadas

MOSTEIRO DA BATALHA—Fachada principal

MOSTEIRO DA BATALHA—Portal do sul

III
A ornamentação architectonica do Mosteiro

MOSTEIRO DA BATALHA—Janela do Claustro principal

MOSTEIRO DA BATALHA—Porta do Claustro principal

MOSTEIRO DA BATALHA—Portico oriental do Claustro principal

MOSTEIRO DA BATALHA—Fonte

CAPITULO QUINTO

RELAÇÃO DOS ARCHITECTOS E MESTRES

Mestres de artes ou officios desconhecidos

Officiaes de algumas artes e officios

COLLOCAÇÃO DAS PHOTO-GRAVURAS

Entre pag.
1.ªSchema do uma basilica romana[48-49]
2.ªRoma. Basilica de S. Paulo, fachada principal[54-55]
3.ªRoma. Basilica de S. Paulo, fachada lateral[56-57]
4.ªRoma. Basilica de S. Paulo, interior[58-59]
5.ªRoma. Basilica de S. Lourenço, fachada[60-61]
6.ªRoma. Basilica de S. Lourenço, interior[62-63]
7.ªConstantinopla. Egreja de Santa Sophia, exterior[68-69]
8.ªConstantinopla. Egreja de Santa Sophia, interior[72-73]
9.ªSé de Lisboa. Planta geral[148-149]
10.ªSé de Lisboa. Ruinas do terramoto de 1755[150-151]
11.ªSé de Lisboa. Fachada principal restaurada[152-153]
12.ªSé de Lisboa. Fachada lateral restaurada[164-165]
13.ªConvento de Thomar. Fachada da egreja[202-203]
14.ªConvento de Alcobaça. Fachada da egreja[212-213]
15.ªConvento da Batalha. Vista geral[222-223]
16.ªConvento da Batalha. Planta geral[248-249]
17.ªConvento da Batalha. Córte longitudinal da egreja[258-259]
18.ªConvento da Batalha. Córte transversal da egreja[260-261]
19.ªConvento da Batalha. Córte do claustro principal[262-263]
20.ªConvento da Batalha. Portico sul do claustro[264-265]
21.ªConvento da Batalha. Fachada principal da egreja[266-267]
22.ªConvento da Batalha. Portal do sul da egreja[268-269]
23.ªConvento da Batalha. Janela do claustro principal[274-275]
24.ªConvento da Batalha. Porta do claustro principal[276-277]
25.ªConvento da Batalha. Portico oriental do claustro[278-279]
26.ªConvento da Batalha. Fonte no claustro principal[280-281]

INDICE

Introducção[VII]

PARTE PRIMEIRA

Origens da architectura christã

Capitulo 1.º A lucta entre o paganismo e o christianismo[3]
Capitulo 2.º Os tres primeiros seculos do christianismo[17]
Capitulo 3.º As invasões dos barbaros[33]

PARTE SEGUNDA

Os estylos christãos primitivos

V seculo ao X seculo

Capitulo 1.º Espirito e caracteres do Estylo-Latino[45]
Capitulo 2.º Espirito e caracteres do Estylo-Byzantino [63]
Capitulo 3.º Acção reciproca dos dois estylos christãos primitivos [81]

PARTE TERCEIRA

Os estylos christãos definitivos

X seculo ao XV seculo

Capitulo 1.º Synthese social dos seculos XI e XII[101]
Capitulo 2.º Espirito e caracteres do Estylo-Romanico [119]
Capitulo 3.º A Sé Patriarchal de Lisboa e a sua restauração [141]
Capitulo 4.º Synthese social do seculo XIII [167]
Capitulo 5.º Espirito e caracteres do Estylo Ogival[181]
Capitulo 6.º O Estylo Ogival entre nós[201]

PARTE QUARTA

O Mosteiro de Santa Maria da Victoria

Capitulo 1.º Origens e construcção do mosteiro [223]
Capitulo 2.º O estylo architectonico do mosteiro[233]
Capitulo 3.º As epochas da construcção do mosteiro [249]
Capitulo 4.º Descripção do mosteiro [259]
Capitulo 5.º Relação dos architectos e dos mestres [281]

Collocação das photo-gravuras[289]

metros
Comprimento daporta ao fim dacapella-mór59,20
Comprimento dotransepto35,00
Largura total dastresnaves21,90
{ Altura18,70
Navecentral{
{ Largura9,60
{ Altura9,20
Nave lateral (duas eguaes){
{ Largura6,25
{ Altura18,70
Transepto{
{ Largura7,80
{ Comprimento17,80
Capella-mór{ Altura15,65
{ Largura11,40
Metros
{ Comprimento total com a capella-mór81,18
Corpo da egreja{ Largura das tres naves21,97
{ Altura27,73
{ Comprimento36,12
Transepto{ Largura9,48
{ Altura27,73
{ Comprimento15,11
Capella-mór{ Largura8,10
{ Altura26,90
{ Comprimento56,59
Nave Central{ Largura9,48
{ Altura27,73
{ Comprimento56,59
Naves Lateraes{ Largura6,24
Duas eguaes{ Altura19,40
{ Comprimento11,95
Absides lateraes{ Largura5,63
Quatro eguaes{ Altura12,80

Lista de erros corrigidos

Aqui encontram-se listados todos os erros encontrados e corrigidos:

OriginalCorrecção
[#pág. 83]dan-lhe...dando-lhe
[#pág. 88] espiritualist s...espiritualistas
[#pág. 90] a seculo...o seculo
[#pág. 121] racicionios...raciocinios
[#pág. 137] subtitue...substitue
[#pág. 170] perido...periodo
[#pág. 274] ver-dadeiras...verdadeiras
[#pág. 277] mjaestosa...majestosa