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Rita Farinha (Março 2012)

BIBLIOTECA DE PEDOLOGIA NACIONAL


Dr. ALVES DOS SANTOS

Professor da Universidade de Coimbra

EDUCAÇÃO NOVA
AS BASES

I
O CORPO DA CRIANÇA

(Com 32 figuras, no texto)

Livrarias Aillaud e Bertrand
PARIS—LISBOA

Livraria Chardron|Livraria Francisco Alves
PÔRTO|RIO DE JANEIRO

1919


Educação Nova


DO AUTOR:

EM PREPARAÇÃO:

BIBLIOTECA DE PEDOLOGIA NACIONAL


Dr. ALVES DOS SANTOS

Professor da Universidade de Coimbra

EDUCAÇÃO NOVA
AS BASES

I
O CORPO DA CRIANÇA

(Com 32 figuras, no texto)

Livrarias Aillaud e Bertrand
PARIS—LISBOA

Livraria Chardron|Livraria Francisco Alves
PÔRTO|RIO DE JANEIRO

1919

Todos os exemplares desta edição teem a rubrica
autógrafa do autor

Educação Nova: As Bases


«Oh! le bruit des petits pieds de l'enfant! ce bruit léger et doux des générations qui arrivent, indécis, incertain comme l'avenir. L'avenir, c'est nous qui le déciderons peut-être, par la manière dont nous aurons élevé les générations nouvelles».

Preface de l'Education et hérédité, I, de
M. Guyau

[Nota Preambular]


Introdução


«On ne connoît point l'enfance:... Commencez donc par mieux étudier vos élèves car très-assurément, vous ne les connoissez point.»

Preface d'Emile, III, de
J. J. Rousseau.

INTRODUÇÃO


[I]
A criança; sua concepção bio-psíquica e social

[II]
Sciências da Criança: Pedologia, Psico-pedagogia
Pedagogia experimental; outros ramos da Pedagogia







anatomia infantil.





Bio-pedologia (Somática)






fisiologia infantil.














estrutural.



Geral ou pura
(Desinteressada)
Psico-pedologia
(Psíquica)


genética.



funcional





cinemática.


Sócio-pedologia.
(Social)









higiene infantil.

pedologia
(Sciêncianatural dacriança).[16]


Pediatria
(a criança doente ou anormal)
clinica infantil.




psiquiatria infantil.












criminologia infantil.


Aplicada ou Pedotecnia(Intencional)Pedotecnia Judiciária
(a criança delinqùente)







profiláctica pedológica.








psico-diagnóstica.





psico-pedagogia





psico-técnica.



Pedagogia experimental
(a criança sã e normal)
higiene escolar.














ortofrenia.

[III]
A vida da criança; fases que atravessa durante o «crescimento»,
ou idades da evolução do organismo humano

10 anos11 anos12 anos

Alunos do Colégio Moderno
fase pubertária

14 anos15 anos

[IV]
Elementos e subsídios, de que podemos dispor,
para a constituição de uma pedologia nacional

Universidade de Coímbra:

Laboratório de Psicologia Experimental

Sala de conferências

Sala do laboratório

[V]
Bibliografia portuguesa de assuntos relativos à psicologia
e à pedologia

Pedologia Somática


«La nature a, pour fortifier le corps et le faire croître, des moyens qu'on ne doit jamais contrarier».
Livre II, 99, d'Emile, de

J. J. Rousseau

Pedologia Somática

(O Corpo da Criança)


[CAPITULO I]
Fases da vida dos organismos. «Crescimento»; suas espécies;
e modos de o estudar.
Leis do «crescimento»; e factores que o modificam.










Estrutural(exame dos órgãos)


Pedolexia(Observação da criança)


Funcional(exame das funções)




Investigaçãodo«crescimento»






craniométrica


toracométrica

Pedometria(Mensuração da criança)braquiométrica



cruriométrica



pelvimétrica

[CAPITULO II]
«Crescimento» absoluto; sua determinação, em relação
à criança portuguesa; tabelas de médias, e respectivas curvas.
O ritmo do crescimento em Portugal

[QUADRO N.º 1]

Idades Maternidade
de Lisboa
Samuel
Maia
Pedro
Ferreira
Colégio
Militar
Morais
Manchego
Liceu
de Coímbra
Institutofeminino
de Odivelas
Alunos
Marinheiros
Médias
gerais
S. M.
S. F.
S. M.
S. F.
S. M.
S. F.
S. M.
S. F.
S. M.
S. F.
S. M.
S. F.
S. M.
S. F.
S. M.
S. F.
S. M.
S. F.
Recêm-nascido
Nascimento
50,24
49,55













50,24
49,55
0-1


66
63












66
63
Infância
1-2


74
72












74
72
2-3


83
81












83
81
Puerícia
3-4


89
88












89
88
4-5


96
94












96
94
5-6


109
104
113,5



108







110
104
6-7


110
106
119,5



114







114,5
106
7-8


111
110
124



119




117


118
113,5
Adolescência
8-9


116
115
129



124




120,5


123
117,7
9-10


123
122
133

132

127




125


128,7
123,5
10-11




138

135

131

132


129


134
129
11-12




144

139

135

136


134,5


138,5
134,5
12-13




148

143

139

139


141,5


142
141,5
Puberdade
13-14




154,5

150

147

143


148


148,6
148
14-15




160,5

157

149

153


152


154,8
152
15-16




165

162

156

159


152,8


160,5
152,8
16-17




165,5

163

161

164

—-
154
161

162,9
154
Nubilidade
17-18




166

165

163

165


153,7
161,2

164
153,7
18-19




169

169

165

166


151
161,3

166
151
19-20




171





168


154
161,5

166,8
154

[QUADRO N.º 2]

Idades
Maternidade
de Lisboa
Misericórdia
de Lisboa
Colégio
Militar
Colégio de
Campolide
Morais
Manchego
S. M.
S. F.
S. M.
S. F.
S. M.
S. F.
S. M.
S. F.
S. M.
S. F.
Nascimento
3.236
3.103








0-1


7.500?







1-2










2-3










3-4










4-5










5-6










6-7






20.400


7-8






23.400



8-9






25.200



9-10






27.500



10-11




29.000

29.600

26.260

11-12




30.500

31.600

28.390

12-13




33.000

35.200

30.880

13-14




36.500

39.000

32.350

14-15




42.000

44.600

35.630

15-16




47.000

50.300

39.580

16-17




51.500

55.200

46.430

17-18




53.000

56.300

50.000

18-19




55.500

59.100

52.910

19-20




58.500

60.500

54.500

20-21






60.500



QUADRO N.º 2 (Continuação)

Idades
Samuel
Maia
Liceu de
Coímbra
Instituto feminino
de Odivelas
Alunos
Marinheiros
Médias
gerais
S. M.
S. F.
S. M.
S. F.
S. M.
S. F.
S. M.
S. F.
S. M.
S. F.
Nascimento








3.236
3.103
0-1
7.500
7.000






7.500
7.000
1-2
7.000
8.700






7.900
8.700
2-3
11.700
11.250






11.700
11.250
3-4
13.600
14.550






13.600
14.550
4-5
12.900
14.290






12.900
14.260
5-6
13.800
15.700






13.800
15.700
6-7
17.450
16.450






18.900
16.450
7-8
19.500
18.140



21.687


21.450
16.913
8-9
20.700
20.950



23.225


22.950
22.087
9-10
22.900
23.250



24.480


25.200
23.865
10-11


28.000


26.573


28.200
26.573
11-12


30.000


30.170


30.100
30.170
12-13


33.000


36.302


33.000
36.302
13-14


37.000


42.239


36.200
42.239
14-15


42.000


46.510


41.050
46.510
15-16


48.500


49.435


46.300
49.435
16-17


53.000


50.402
52.500

52.000
50.402
17-18


55.000


51.100
53.500

53.500
51.100
18-19


57.500


51.372
54.000

55.125
51.372
19-20


60.000


50.000
55.000

56.675
50.000
20-21


60.500





60.500

[QUADRO N.º 3]
(Sexo masculino)

Idades
Colégio
Militar
Colégio de
Campolide
Liceu de
Coimbra
Escola de
Alunos
Marinheiros
Médias
gerais
6-7

57,3


57,3
7-8

59,3


59,3
8-9

59,3


59,3
9-10

60,7


60,7
10-11
62,5
61,9
61,4

61,9
11-12
64
63,6
63

63,5
12-13
66
65,5
65,1

65,5
13-14
69
67,8
66,9

67,9
14-15
72
71,2
67,1

70,1
15-16
75,5
74,7
67,8

72,6
16-17
78,5
77,8
79,1
83
79,6
17-18
80
79,3
80,3
85
81,1
18-19
81,5
80,8
81,2
85
82,1
19-20
82,5
81,8
82,7
85
83
20-21

82
82,6

82,3
Idades
N.º de alunos
Altura
Pêso
Ampl. torácica
9
12
1m,327
30k,5
51mm
10
50
1m,342
29,k57
63mm
11
89
1m,390
32k,21
73mm
12
99
1m,431
34k,97
70mm
13
97
1m,467
37k,96
71mm
14
133
1m,526
41k46
74mm
15
102
1m,576
43k39
82mm
16
82
1m,629
50k34
77mm
17
46
1m,698
58k19
87mm
18
23
1m,689
55k,17
76mm,5
19
10
1m,671
59k,11
84mm
20
1
1m,599
56k
110mm
21
1
1m,683
47k,6
80mm
Idades
Alturas em centímetros
Rapazes
Raparigas
1-2
74,2
Difer.
73,6
Difer.
2-3
82,7
8,5
81,8
8,2
3-4
89,1
6,4
88,4
6,6
4-5
96,8
7,6
95,8
7,4
5-6
103,3
6,5
101,9
6,1
6-7
109,9
6,6
108,9
7,0
7-8
114,4
4,5
113,8
4,9
8-9
119,7
5,3
119,5
5,7
9-10
125,0
5,3
124,7
4,8
10-11
130,3
5,3
129,5
5,2
11-12
133,6
3,3
134,4
4,9
12-13
137,6
4,0
141,5
7,1
13-14
148,1
7,5
148,6
7,1
14-15
153,8
8,7
152,9
4,3
15-16
159,6
5,8
154,2
1,3

CURVAS DO CRESCIMENTO NORMAL,
MÉDIO, EM DENSIDADE (PÊSO),
DA CRIANÇA PORTUGUESA
(117.010 PESAGENS)

Idades
Pêso em quilogramas
Rapazes
Raparigas
1-2
9,500
Difer.
9,300
Difer.
2-3
11,700
2,2
11,400
2,1
3-4
13,000
1,3
12,500
1,1
4-5
14,300
1,3
13,900
1,4
5-6
15,900
1,6
15,200
1,3
6-7
17,500
1,6
17,400
2,1
7-8
19,100
1,5
19,000
1,6
8-9
21,100
2,1
21,200
2,2
9-10
23,800
2,7
23,900
2,7
10-11
25,500
1,8
26,600
2,7
11-12
27,700
2,1
29,000
2,4
12-13
30,100
2,4
33,800
3,8
13-14
35,700
5,6
38,300
4,5
14-15
41,900
6,2
43,200
4,0
15-16
47,500
5,6
46,00
2,8

Todavia, as assinaladas diferenças sexuais, e outras, que omitimos, não impedem que, dum modo geral, tanto rapazes, como raparigas, obedeçam às mesmas leis, e sofram influências análogas. Há só uma reserva a fazer, e é que, em regra, o «crescimento» das raparigas é menos irregular nos acidentes (comparem-se as duas curvas) e quási sempre mais precoce, do que o dos rapazes.
Foi êste facto, que sugeriu ao Dr. Claparède a idea de comparar a um match de corrida o «crescimento» dos dois sexos: «la croissance comparée des filles et des garçons, diz êle, ressemble à un match de course; garçons et filles partent ensemble, mais celles-ci, un instant devancées, prennent bientôt les devans, puis leurs concurrents les ratrapent et les dépassent, mais elles les dépassent de nouveau jusqu'à ce que, enfin, les garçons l'emportent définitivement»[52].
Examinem-se as nossas curvas, e ver-se há que, com leves e acidentais modificações, é precisamente o que se verifica na dinâmica do «crescimento» português.
Nota-se assim que, nesta dinâmica, são três as principais fases do «crescimento» enérgico, máximo, em densidade:
1) durante o primeiro ano (em ambos os sexos);
2) pelos seis anos (para os rapazes) e pelos oito (para as raparigas);
3) pelos quinze, aproximadamente (nos rapazes), e pelos doze (nas raparigas).
A primeira crise (e talvez a segunda) constituem, na opinião de Camerer, uma «continuação da excessiva energia fetal do «crescimento»; quanto à última, a sua explicação adequada encontra-se no advento e na instalação da Puberdade[53].
8.—Para conclusão desta primeira parte do nosso estudo («crescimento» absoluto da criança portuguesa), resta apresentar o gráfico da curva, relativa ao perímetro torácico, que é o que, a seguir, na página imediata ([fig. n.º 3]), publicamos.
Esta curva pertence ao sexo masculino; não abrange a série tôda das idades infantis; e apenas se baseia num total de sete mil mensurações; contudo, não deixamos de reputar suficiente êsse número para, sobre êle, estabelecer alguns princípios, e formular determinadas conclusões.

[CURVA DO PERÍMETRO TORÁCICO (7.000 MENSURAÇÕES).]

Idades
Capacidade vital
Circunferência torácica
10
1660
61
11
1700
61,2
12
1860
62,8
13
2045
65,2
14
2100
66,4
15
2445
69,5
16
2485
70,3
17
2660
71,6
18
3115
72,6

[CAPITULO III]
Insuficiência do estudo do «crescimento» absoluto para a solução
de todos os problemas antropométricos. «Crescimento»
relativo ou segmentar; sua determinação, tanto sintética,
como analítica, pelo confronto dos respectivos elementos.


Fig. 4

[CAPÍTULO IV]
Medidas segmentares
para avaliação do crescimento relativo,
ou das proporções do corpo, nas idades de evolução.
Cânones antropométricos da criança portuguesa.

[TABELA N.º 1] (Maternidade de Lisboa)[67]

Número de mensurações
Diâmetros cranianos
Perímetros cranianos
S. M.
S. F.
O F[68]
B P[68]
S O F[68]
1491
1386
11,58
9,35
32,78

[TABELA N.º 2] (Observações de Costa Sacadura)[71]

Número de mensurações
Diàmetros cranianos
Perímetros cranianos
S. M.
S. F.
O F
B P
S O F
256
273S. M.
S. F.
S. M.
S. F.
S. M.
S. F.
11,22
10,96
8,92
8,87
32,51
32,33
Médiassem distinção
de sexo
11,09
8,89
32,42

[TABELA N.º 3] (Observações de Manuel Carneiro Leal)[73]

Número de mensurações
Diàmetros cranianos
Perímetros cranianos
S. M.
S. F.
O F
B P
S O F
23
25S. M.
S. F.
S. M.
S. F.
S. M.
S. F.
11,6
11,2
9,2
9,1
32,9
32,2
Médiassem distinção
de sexo
11,4
9,1
32,5

[QUADRO N.º 4] (Diâmetro e Perímetro craniano do recêm-nascido português)

Número de observações Nomesdos observadores Diàmetros cranianos
Perímetros cranianos
O F
B P
S O F
2877
Alfredo daCosta
11.58
9,35
32,78
529
Costa Sacadura
11,09
8,89
32,42
48
Carneiro Leal
11,40
9,10
32,50
Médiasgerais (centímetros)
11,35
9,11
32,56

[TABELA N.º 4] (Diâmetros cranianos, de alunos do Liceu de Coimbra)

IdadesAntero-posterior máximo
MédiaTransverso máximo
Média
Índice cefálico
12-15
16-19
20-23
24-27
28-31
12-14
15-17
18-20
21-23
24-26
10-11

60
3


17,6
50
17



13,7
77,8
11-12

120
13


17,8
102
31



13,6
76,2
12-13

163
10


17,7
123
50



13,8
77,9
13-14

144
13


17,8
102
55



14
78,7
14-15

128
20


18
86
58
4


14,3
79,4
15-16

101
39


18,6
52
88



14,8
79
16-17

96
60


19
60
96



14,8
77,8
17-18

80
62
1

19,2
50
93



14,9
77,6
18-19

59
61


19,5
36
84



15
76,9
19-20

31
38


19,5
20
49



15,1
77,5
20-21

20
23


19,6
14
29



15
76,5

POLÍGONO DE VARIAÇÃO DO INDICE CEFÁLICO,
EM RELAÇÃO À IDADE

[TABELA N.º 5] (Alunos marinheiros)

IdadesDiâmetros cranianos
Índice
cefálico
Anos 1913-1914
Anos 1914-1915
Antero-posterior
Transverso
Antero-posterior
Transverso
16-17
18,3
14,5
19,1
14,7
78
17-18
19,2
14,7
19,2
14,6
76
18-19
19
14,5
19,3
14,5
75,5
19-20


20
15
75

[TABELA N.º 6] (Alunos marinheiros)

Idades
Perímetro cranino
Médias
Ano 1913-1914
Ano 1914-1915
16-17
55
55,5
55,2
17-18
54,9
55,3
55,1
18-19
54,6
55,7
55,1
19-20
56

56

[TABELA N.º 7] (Alunos marinheiros)

Idades
Perímetro pélvico
Ano 1914-1915
16-17
78,5
17-18
79,3
18-19
80,2
19-20
83

[TABELA N.º 8] (Alunos marinheiros)

Idades
Diâmetros pélvicos
Índice
pélvico
Anos 1913-1914
Anos 1914-1915
Antero-posterior[84]
TransversoAntero-posteriorTransverso
16-17
17,7
25,2
18,8
26,4
70,7
17-18
18,5
25,9
19,3
26,5
72,1
18-19
20,5
26,3
20
26,8
76,2
19-20
20,6
26,6
20,3
27
76,2

[TABELA N.º 9] (Liceu de Coimbra) (Diâmetros torácicos)

Idades
Diâmetro ântero-posterior
MédiasDiâmetro transverso
Médias Índice torácico
(sem fracções)
13-15
16-19
20-23
24-27
28-31
12-14
15-17
18-20
21-23
24-26
27-29
30-32
33-35
10-11
133
8
1


13,7


120
22




19,4
141
11-12
141
34



13,9


126
43
6



19,9
143
12-13
100
46



14,7


100
20
26



20,4
138
13-14
65
80
3


15,8

3
3
132
10



22
139
14-15
20
85



16,7


7
72
26



22,5
134
15-16
10
100
90


19,1



15
113
60
12

26
136
16-17
8
80
100
47

20,6


2
9
60
103
61

27,2
136
17-18
5
40
100
30

21




44
124
7
-
27,3
134
18-19

37
98
35

21,4



2
12
130
26

28
130
19-20

5
70
20

22,1




11
70
14

29
131
20-21


60
17
15
22,5


—-

8
50
34

29,8
132

[TABELA N.º 10] (Colégio de Campolide) (Diâmetros torácicos)

Idades
Diâmetro ântero-posterior
(médias)
Diâmetro transverso
(médias)
Índice torácico
(sem fracções)
6-7
14,4
20
138
7-8
15,4
19,5
126
8-9
15,2
19,5
128
9-10
15,7
19,7
125
10-11
15,7
20,5
130
11-12
16
21,1
132
12-13
16,6
21,6
130
13-14
17
22,4
132
14-15
17,6
23,4
132
15-16
18,4
24,7
134
16-17
18,9
25,6
146
17-18
19,4
26
134
18-19
19,4
26,4
136
19-20
20
26,5
132
20-21
18,4
27
146

[TABELA N.º 11] (Alunos marinheiros) (Diâmetros torácicos)

Idades
Diâmetro ântero-posterior
Diâmetro transverso
Ant. post.
Transv.
Índices torácicos
(sem fracções)
Anos 1913-1914
Anos 1914-1915
Anos 1913-1914
Anos 1914-1915
Médias
16-17
19,5
19,7
25
25,8
19,6
25,4
129
17-18
20,2
19,7
26,1
26,3
19,9
26,2
131
18-19
19,3
20
26,4
26,6
19,6
26,5
135
19-20
19
20
27
26,5
19,5
26,7
136

[QUADRO N.º 5 (Diâmetros e índices torácicos) (médias gerais)]

Idades
Diâmetro ântero-posterior
Diâmetro transverso
Índice torácico
Liceu de
Coimbra
Colégio de
Campolide
Alunos
marinheiros
Liceu de
Coimbra
Colégio de
Campolide
Alunos
marinheiros
6-7

14,4


20

138
7-8

15,4


19,5

126
8-9

15,2


19,5

128
9-10

15,7


19,7

125
10-11
13,7
15,7

19,4
20,5

135
11-12
13,9
16

19,9
21,1

137
12-13
14,7
16,6

20,4
21,6

134
13-14
15,8
17

22
22,4

135
14-15
16,7
17,6

22,5
23,4

133
15-16
19,1
18,4

26
24,7

135
16-17
20,6
18,9
19,6
27,2
25,6
25,4
137
17-18
21
19,4
19,9
27,3
26
26,2
133
18-19
21,4
19,4
19,6
28
26,4
26,5
[133]
19-20
22,1
20
19,5
29
26,5
26,7
133
20-21
22,5
18,4

29,8
27

139

1)
Cânon antropométrico da Idade adulta

A
Projecções verticais (altura dos segmentos)[90]

Partes do corpo
Sexo masculino
Sexo feminino
Percentagem
Valor métrico
absoluto[91]
Percentagem
Valor métrico
absoluto

I. Busto

1) Cabeça[92]
13,3%
22cm,18

53,5%

82cm,39
2) Pescoço[93]

4,2%
7cm,10
3) Tórax[94]


35%
58cm,38
4) Ventre[95]
5) Bacia[96]

II. Membros


Superior(torácico)[97]
1) Espádua

19,5%
32cm,53

—-


69cm
2) Braço
3) Cotovêlo
4) Antebraço

14%
23cm,45
5) Punho
6) Mão

11,5%
19cm,19

Inferior(abdominal)[98]
1) Anca

20%
33cm,36

46,5%

71cm,61
2) Côxa
3) Joelho
4) Perna

23% 38cm,36
5) Tornozêlo
6) Pé

4,5%
7cm,61

B
Perímetros (grossura dos segmentos)

Partes do corpo
Valores métricos absolutos
Sexo masculino
Sexo feminino
I. Cabeça[99]56cm 53cm
II. Tronco[100]83cm 85cm
III. Braço[101]31cm
IV. Antebraço[102]27cm
V. Côxa[103]53cm,5
VI. Perna[104]39cm

C
Diâmetros (espessura e largura dos segmentos)

Partes do corpo
Valores métricos absolutos
Sexo masculino
Sexo feminino
I. Cabeça

ântero-posterior[105]
19cm,7 18cm,6
transverso[106]
15cm 14cm,7





II. Tronco

ântero-posterior[107]
20cm,4 18cm,5
transverso[108]
28cm,4 24cm,8





III. Bacia

ântero-posterior[109]
20cm,5 20cm
transverso[110]
26cm 27cm

D
Outras medidas


Sexo masculino
Sexo feminino

Densidade (pêso)

de todo o corpo
66 quil.
52 quil.
do cérebro
1 quil., 360
1 quil., 200
do cérebro, em relação ao corpo
2%


Índicecefálico 76,4 75,7
Índicestorácicos

1.º
139
133
2.º
50
55
Índicepélvico[111]
78
74

CÂNON ANTROPOMÉTRICO DA IDADE ADULTA

2)
Cânon antropométrico do Recêm-nascido

(Durante o primeiro mês)
A
Projecções verticais (altura dos segmentos)[116]

Partes do corpo
Sexo masculino
Sexo feminino
Percentagem
Valor métrico
absoluto
Percentagem
Valor métrico
absoluto
I. Busto

1) Cabeça
23%[117]
11cm,5


2) Pescôço

43%[118]
21cm,5

3) Tronco


II. Membros
Superior(torácico)[119]
34%
17cm

Inferior(abdominal)[120]
34%
17cm

B
Perímetros (grossura dos segmentos)

Partesdo corpo
Valoresmétricos absolutos
Sexo masculino
Sexo feminino
I. Cabeça (Perímtrocraniano)
32cm,56

II. Tronco (Perímetrotorácico)
33cm

C
Diâmetros (espessura e largura dos segmentos)

Partesdo corpo
Valoresmétricos absolutos
Sexo masculino
Sexo feminino
Cabeça

ântero-posterior máximo11cm,35
transverso9cm,11

D
Outras medidas:


Sexo masculino
Sexo feminino
Densidade(pêso)

de todo o corpo
3quil., 234
3quil., 103
do cérebro
350gr.
290gr.
do cérebro em relação ao corpo
11%

Índicecefálico
80,2

Índicestorácicos

1.º[121]
100

2.º[122]
66

CÂNON ANTROPOMÉTRICO DO RECÊM-NASCIDO

3)
Cânon antropométrico da Infância

(Pelos três anos)
A
Projecções verticais (altura dos segmentos)[129]

Partes do corpo
Sexo masculino
Sexo feminino
Percentagem
Valor métrico
absoluto
Percentagem
Valor métrico
absoluto
I. Busto

1) Cabeça
20%
16cm,6

16cm,6
2) Pescôço

42%
34cm,8
34cm
3) Tronco

II. Membros
Superior(torácico)
37%30cm,729cm,9
Inferior(abdominal)
38%
31cm,630cm,8

B
Perímetros (grossura dos segmentos)

Partesdo corpo
Valoresmétricos absolutos
Sexo masculino
Sexo feminino
I. Cabeça (Perímtrocraniano)
48cm

II. Tronco (Perímetrotorácico)
50cm

C
Diâmetros (espessura e largura dos segmentos)

Partesdo corpo
Valoresmétricos absolutos
Sexo masculino
Sexo feminino
Cabeça

ântero-posterior máximo16cm,7
transverso13cm,4

D
Outras medidas:


Sexo masculino
Sexo feminino
Densidade(pêso)

de todo o corpo
11quil., 700
11quil., 250
do cérebro
800gr.
780gr.
do cérebro em relação ao corpo
7%

Índicecefálico
80

Índicestorácicos

1.º


2.º
60

CÂNON ANTROPOMÉTRICO DA INFÂNCIA

4)
Cânon antropométrico da Puerícia

(Pelos sete anos)
A
Projecções verticais (altura dos segmentos)[134]

Partes do corpo
Sexo masculino
Sexo feminino
Percentagem
Valor métrico
absoluto
Percentagem
Valor métrico
absoluto
I. Busto

1) Cabeça
16%
18cm,3

16cm,9
2) Pescôço

40%
45cm,8
42cm,4
3) Tronco

II. Membros
Superior(torácico)
42%48cm44cm,5
Inferior(abdominal)
44%
50cm,446cm,7

B
Perímetros (grossura dos segmentos)

Partesdo corpo
Valoresmétricos absolutos
Sexo masculino
Sexo feminino
I. Cabeça (Perímtrocraniano)
50cm,8

II. Tronco (Perímetrotorácico)
50cm,3

C
Diâmetros (espessura e largura dos segmentos)

Partesdo corpo
Valoresmétricos absolutos
Sexo masculino
Sexo feminino
Cabeça

ântero-posterior máximo17cm,6
transverso14cm

Tronco

ântero-posterior14cm,4
transverso20cm

D
Outras medidas:


Sexo masculino
Sexo feminino
Densidade(pêso)

de todo o corpo
18quil., 900
16quil., 450
do cérebro
1quil., 100
950gr.
do cérebro em relação ao corpo
5%

Índicecefálico
79

Índicestorácicos

1.º
138

2.º
51

CÂNON ANTROPOMÉTRICO DA PUERÍCIA

5)
Cânon antropométrico da Puberdade

(Pelos quinze anos)
A
Projecções verticais (altura dos segmentos)[138]

Partes do corpo
Sexo masculino
Sexo feminino
Percentagem
Valor métrico
absoluto
Percentagem
Valor métrico
absoluto
I. Busto

1) Cabeça
14%
21cm,6

21cm,2
2) Pescôço

39%
60cm,4
59cm,3
3) Tronco

II. Membros
Superior(torácico)
44%69cm,768cm,4
Inferior(abdominal)
47%
72cm,871cm,5

B
Perímetros (grossura dos segmentos)

Partesdo corpo
Valoresmétricos absolutos
Sexo masculino
Sexo feminino
I. Cabeça
54cm
51cm
II. Tronco
72cm,6
71cm,5
III. Braço
24cm,3

IV. Antebraço
20cm

V. Côxa
44cm

VI. Perna
29cm

C
Diâmetros (espessura e largura dos segmentos)

Partesdo corpo
Valoresmétricos absolutos
Sexo masculino
Sexo feminino
I. Cabeça

ântero-posterior18cm,6
transverso14cm,8

II. Tronco

ântero-posterior19cm,1
transverso26cm

III. Bacia

ântero-posterior16cm,5
transverso22cm

D
Outras medidas:


Sexo masculino
Sexo feminino
Densidade(pêso)

de todo o corpo
46quil., 300
49quil., 435
do cérebro
1quil., 300
1000gr.
do cérebro, em relação ao corpo
3%

Índicecefálico
79

Índicestorácicos

1.º
136

2.º
46

Índicepélvico
75

CÂNON ANTROPOMÉTRICO DA PUBERDADE

[CAPÍTULO V]
Processo bio-químico do «crescimento»: osteogénese


Fig. 16


Fig. 17

[CAPÍTULO VI]
Fórmulas antropométricas do «crescimento» normal, nas idades
de evolução. Anomalias do «crescimento»; sua determinação,
pelo processo antropométrico.


(
D. T. C. ×100
)
1) o índicecefálico


D. A. P. C.

(
D. T. T. × 100

P. T. × 100
)
2) os índices torácicos

e


D. A. P. T.

A.

(
B. × 100
)
3) o índice do tronco


A.

(
Ab. M.
)
4) o índice muscular

; e, finalmente,

P.


(
C.
)
5) o índice cérebro-visceral


V.

[CAPÍTULO VII]
Doenças das crianças, nas idades de evolução. A mortalidade
infantil, em Portugal. Crescimento desequilibrado; suas
conseqùências.

Percentagens da mortalidade das crianças da primeira infância,
na cidade de Coimbra


[CAPÍTULO VIII]
Higiene do «crescimento»; exercícios físicos: jogos e gimnástica







marcha; carreira; salto;dança; luta;natação; patinagem; escorregamento; etc.




gerais






motores








escondidas; cantinhos; barra; eixo; péla; arco; baloiço; papagaio;rodas e rondas infantis; guerras; jôgo dos patos; etc.


especiais















tiro ao alvo; malha oufito; jogos deequilíbrio; etc.



gerais




sensoriais








homem; semana; botão; ferrinho; pião; cabra-cega; forquilha; funda;inco, bilharda; das cinco pedrinhas; o recorte; etc.


especiais















damas;gamão; dominó; xadrez; todos os actos de curiosidade; etc.



gerais




exprimentais







paciências;adivinhas; anel; disparates; colecções; etc.


especiais




Jogos









jogos deimitação, e de imaginação; jogos de fantasia; etc.



gerais




afectivos






aboneca; todos os actos de auto-ilusão consciente; etc.


especiais















todos osactos de domínio sôbre si próprio; auto-imposições e auto-repressões;etc.



gerais




inibitórios







fazer deestátua; atitudes de imobilidade, diante do espelho; etc.


especiais















construçõesem terra, areia, neve, etc.; modelagem; pintura, e desenho de objectos;jogos dramáticos; etc.



gerais




estéticos








combinaçõesde côres; repassagem de desenhos coloridos; etc.



especiais





[CAPÍTULO IX]
Evolução geral da mentalidade; fases desta evolução; e leis que a regulam.
Os factores bio-psíquicos do «crescimento»

[QUADRO N.º 6]

Idades deEvolução

Caracteristicasessenciais

Recêm-nascença(Durante o 1.º mês)
Vidavegetativa, e puro automatismo (a princípio) nas relações doindivíduo com o meio. Reacções mecânicas a excitaçõesexteriores. Necessidade máxima: nutrição. Primeiras adaptações.

Infância
(Desde o segundo mês até aos três anos)

1) Até aos dozemeses

Vida afectiva simples: prazere dôr física. Adaptações sensorio-motoras. Linguagem balbuciada.Interesses perceptivos.

2) Dos doze meses até aos trèsanos

Vida afectiva complexa: acçãoemocional. Aquisição de hábitos. Espontaneidade mental. Imitaçãopassiva. Linguagem rudimentar.

Puerícia
(Desde os très aos sete anos)

1) Dos très aos cinco anos

Atenção voluntária.Imaginação incipiente. Desenvolvimento da memória orgânica.Curiosidade. Interesses glóssicos. Puerícia.Sugestibilidade. Imitação activa. Linguagem racional.

2) Dos cinco aos seteanos

Organização da vida mental.Poder de análise. Memória psíquica. Diferenciação das funçõespsíquicas. Interesses gerais. Linguagem integral.Actividade lúdica intensa.

Adolescência
(Desde os oito aos doze anos)

1) Sexo masculino

Fixação e expansão dapersonalidade. Egocentrismo. Sociabilidade. Desenvolvimento davontade. Dinamogenia dos sentimentos. Interesses morais eestéticos.

2) Sexo feminino

Período sentimental.Plasticidade orgânica e psíquica. Exuberância de movimentos.Espírito de iniciativa, e de emulação. Pudor.

Puberdade
(Dos doze aos dezasseis anos)

1) Sexo masculino

Instinto sexual.Instabilidade psíquica. Impulsões do temperamento. Formaçãodefinitiva do carácter. Concentração mental; e diferenciação de tòdasas faculdades. Interesses éticos e sociais.

2) Sexo feminino

Exaltação do sentimento.Imaginação viva. Diferenciação sexual. Aquisição dos hábitoscaracterísticos da mulher. Perfeita adaptação ao seu fimfisiológico. Coquetismo. Interesses éticos e sociais.




ancestrais (hereditariedade).




Factores daevolução orgânica

naturais


actividade lúdica (jogos).



pessoais


passiva.



imitação



exercícios físicos.


activa.
artificiais








gimnástica.




Apêndices

APÊNDICES
[I]
Elementos para a organização de uma caderneta pedológica,
destinada a sistematizar o estudo do «crescimento»

1)
Indicações prévias relativas ao exemplar de estudo:

1) Nome e pronomes













Nome


Pai
Idade


Estatura
2) Filiação






Nome

Mãe
Idade



Estatura





3) Naturalidade









4) Residência











económicas[195]


5) Condições do meio em quevive
morais[196]



sociais[197]







6) Ensino que recebe[198]









7) Antecedentes hereditários[199]









8) Antecedentes pessoais[200]









9) Particularidades[201]









10) Aspecto geral[202]




2)
Exame fisiológico e clínico:


TRIMESTRE

1.º
2.º
3.º
4.º
5.º
6.º
7.º
8.º
1) Data da observação







2) Pele e couro cabeludo[203]







3) Ossos e articulações[204]







4) Aparelho digestivo[205]







5) Aparelho respiratório[206]







6) Aparelho circulatório[207]







7) Aparelhogénito-urinário[208]







8) Aparelho locomotor[209]







9) Sistema nervoso[210]







10) Malformações[211]







11) Deformações[212]







12) Fôrça física[213]







13) Fadigabilidade[214]







Mensurações do corpo humano

V. Vértex.
C. Canal auditivo.
F. Fúrcula esternal.
A. Acromion.
E. Epicôndilo.
I. Crista ilíaca.
T. Grande trocânter.
P. Púbis.
M. Médio.
J. Joelho.
Mal. Tornozêlo.

Pontos de Referência

3)
Exame antropométrico[215]:



MEDIDAS
TRIMESTRES



1.º
2.º
3.º
4.º
5.º
6.º
7.º
8.º


1) Data da observação










2) Pêso








ProjecçõesVerticais (10)

3) Vértex (em pé)








4) Vértex (assentado)








5) Canal auditivo








6) Fúrcula esternal








7) Acromion








8) Cotovêlo








9) Médio








10) Grande trocânter








11) Joelho








12) Tornozêlo



















Diâmetros (5)

13) Diâmetro bi-acromial








14) D. ântero-posterior do tórax







15) D. transverso do tórax








16) D. ântero-poster. do crânio








17) D. transverso do crânio



















Circunfer. (4)

18) Perímetro craniano








19) Per. xifo-esternal (repouso)








20) Per. xifo-ester. (inspiração)








21) Antebraço (máx. e mínimo)



















Outr. medidas
22) Compr. e largura do pé








23) Compr. e largura da mão








24) Envergadura








4)
Exame psicológico:

OBSERVAÇÕES
TRIMESTRES
1.º
2.º
3.º
4.º
5.º
6.º
7.º
8.º
1) Data daobservação




















Olhos
côr do íris










2) Órgãos dossentidos
côr da auréola

ôlho dir.








acuidade visual










ôlho esq.








Sentidocromático









ouvido dire.








Acuidade auditiva










ouvido esqu.







Acuidadeolfactiva








Acuidadegustativa








Acuidadetáctil








Sentidoálgico








Sentidoestereognóstico

















3) Atenção

espontânea
















voluntária
















4) Memória

análisequalitativa
















análisequantitativa

















5) Inteligência








5)
Exame etológico e psiquiátrico:

OBSERVAÇÕES
TRIMESTRES
1.º
2.º
3.º
4.º
5.º
6.º
7.º
8.º
1) Data daobservação
















2)Humor habitual

















3) Temperamento

activo







nervoso








emotivo








apático








voluntarioso








impulsivo








equilibrado

















4) Sugestibilidade

















5)Sensibilidade moral

















6)Capacidade de trabalho
















7)Conduta

















8)Aptidões

















9) Defeitos

Fobias







Timidez








Cólera







Mentira







Preguiça

















10)Síntese—Carácter








6)
Síntese da evolução—Fórmulas:

NOTAÇÕES
TRIMESTRES
1.º
2.º
3.º
4.º
5.º
6.º
7.º
8.º









1) Relações eproporções
dos segmentos


E/B[216]








C/V[217]








O/V[218]








S=2E (D+d)[219]

















2) Fórmulas daPuberdade

P1 ou P2[220]








P2+1[221]








P5+A3-5[222]


















cefálico
( D. tr.x100 )[223]









3) Índices










D. ant. p. m.
















torácico
(
D. transv.×100
)[224]

















D. ant. post.

















pélvico
(
D. s. p. b.×100
)[225]


















Dist. Cr.Ilíacas

















4) Simbolos

H. (humor)








T. (temperamento)








M. (musculatura)








O. (ossatura)

















5)CR.=E-
(P+
Per. T.insp.+exp.)[226]

















2








[II]
(Sumário da «tese» apresentada, discutida e integralmente adoptada pelo «Congresso Nacional de Educação física», realizado em Lisboa, por iniciativa do «Gimnásio Club Português», nos dias 9-12 de junho de 1916.)

A CRIANÇA PORTUGUESA

Relator: Dr. Alves dos Santos, professor de Filosofia e director do Laboratório de Psicologia Experimental, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra; professor de Psicologia Infantil, na Escola Normal Superior; e director da Biblioteca da mesma Universidade; sócio efectivo da Academia das Sciências de Portugal.

INTRODUÇÃO

PRIMEIRA PARTE
O corpo da criança

CAPÍTULO I

CAPÍTULO II

CAPÍTULO III

CAPÍTULO IV

CAPÍTULO V

CAPÍTULO VI

O relator apresentará ao Congresso as fórmulas do «Crescimento» ou os cânones antropométricos das idades de evolução da criança portuguesa; e exporá os fundamentos dessas fórmulas.

SEGUNDA PARTE
A mentalidade da criança

CAPÍTULO I

CAPÍTULO II

CAPÍTULO III

O relator apresentará ao Congresso as conclusões dos seus estudos sôbre a medida do trabalho mental, pelo método de Kraeplin, assim como sôbre a análise quantitativa e qualitativa da Memória; e sôbre a psicometria da atenção.

TERCEIRA PARTE
A personalidade da criança

CAPÍTULO I

CAPÍTULO II

CAPÍTULO III

O relator apresentará ao Congresso os resultados dos seus trabalhos experimentais, realizados no Laboratório de psicologia, sôbre a sugestibilidade das crianças; e o valor do testemunho infantil.

CONCLUSÕES GERAIS

I

Crescimento físico

II

Desenvolvimento mental

III

Formação do carácter

[III]
Programas de Pedologia e de higiene escolar; prescrições de higiene dentária; e instruções sôbre Pedometria, destinadas às novas escolas normais primárias. (Regulamento e programas para execução da lei n. 233, publicados no «Diário do Govêrno» n.º 24, de 10 de fevereiro de 1916.)

PROGRAMA DE PEDOLOGIA

PROGRAMA DE HIGIENE ESCOLAR

PROGRAMA DE HIGIENE ESCOLAR
I

II

III

IV

V

VI

VII

VIII

IX

X

INSTRUÇÕES SOBRE PEDOMETRIA

[IV]

DECRETO N.º 4:900

[V]
Índice Analítico do 2.º Volume desta Obra:

(NO PRELO)

PEDOLOGIA PSÍQUICA

(A mentalidade da Criança)

CAPÍTULO I

CAPÍTULO II

CAPÍTULO III

CAPÍTULO IV

CAPÍTULO V

CAPÍTULO VI

CAPÍTULO VII

CAPÍTULO VIII

[VI]
O estudo do «crescimento», no Colégio Moderno de Coimbra, pela aplicação do método auxanológico

I

Projecções Verticais Sintéticas(médias)
Idades (anos)
Número de indivíduos
Altura (milímetros)
Busto (milímetros)
Bx100
——————[227]
A
10
9
1,273
0,680
53
11
5
1,382
0,716
51
12
7
1,412
0,724
51
13
14
1,474
0,737
50
14
32
1,496
0,765
51
15
25
1,587
0,800
50
16
15
1,614
0,810
50
17
7
1,649
0,850
51
18
1
1,635
0,844
51
Total
115



II

Pêso (médias)
Idades (anos)
Número de indivíduos
Quilogramas
10
9
26
11
5
33
12
7
34
13
14
38,5
14
32
40,5
15
25
42
16
15
43
17
7
54,5
18
1
52
Total
115

Puberdade (sinais físicos)
Idades (anos)
Número de indivíduos
P1, 2, 3 ou 4[230]
P3 A1[231]
P5 A5[232]
10
9
0
0
0
11
5
0
0
0
12
7
1
0
0
13
14
5
1
0
14
32
12
3
2
15
25
5
13
4
16
15
5
4
5
17
7
0
1
6
18
1
0
0
1
Total
115



ÍNDICE

Páginas

Nota Preambular

[7]

Introdução


I—A criança; sua concepção bio-psíquica e social
[11]

II—Sciências da criança: Pedologia, Psico-pedagogia, Pedagogia experimental; outros ramos da Pedagogia
[14]

III—A vida da criança; fases que atravessa, durante o «crescimento», ou idades da evolução do organismo humano
[18]

IV—Elementos e subsídios, de que podemos dispor, para a constituição de uma Pedologia nacional
[25]

V—Bibliografia portuguesa de assuntos relativos à psicologia e à pedologia
[29]

PEDOLOGIA SOMÁTICA
O CORPO DA CRIANÇA

Capítulo I—Fases da vida dos organismos. «Crescimento»; suas espécies, e modos de o estudar. Leis do «crescimento», e factores que o modificam [35]

Capítulo II—«Crescimento» absoluto; sua determinação, em relação à criança portuguesa; tabelas de médias, e respectivas curvas. O ritmo do «crescimento», em Portugal

[39]
Capítulo III—Insuficiência do estudo do «crescimento» absoluto, para a solução de todos os problemas antropométricos. «Crescimento» relativo ou segmentar; sua determinação, tanto sintética, como analítica, pelo confronto dos respectivos elementos [59]

Capítulo IV—Medidas segmentares, para avaliação do «crescimento» relativo, ou das proporções do corpo, nas idades de evolução. Cânones antropométricos da criança portuguesa

[69]

Capítulo V—Processo bio-químico do «crescimento»: osteogénese

[105]

Capítulo VI—Fórmulas antropométricas do «crescimento» normal, nas idades de evolução. Anomalias do «crescimento»; sua determinação, pelo processo antropométrico

[110]

Capítulo VII—Doenças das crianças, nas idades de evolução. A mortalidade infantil, em Portugal. «Crescimento» desequilibrado; suas consequências

[116]

Capítulo VIII—Higiene do «crescimento»; exercícios físicos: jogos e gimnástica

[120]

Capítulo IX—Evolução geral da mentalidade; fases desta evolução e leis que a regulam. Os factores bio-psíquicos do «crescimento»

[125]

APÊNDICES

I


Elementos para a organização de uma caderneta pedológica, destinada a sistematizar o estudo do «crescimento»

[141]

II


A criança portuguesa (sumário da tese apresentada, discutida e integralmente adoptada pelo I Congresso nacional de educação física, realizado em Lisboa, em 1916)

[151]

III


Programas de Pedologia, e de higiene escolar; prescrições de higiene dentária; e instruções sôbre pedometria, constantes do decreto, n.º 2.213, publicado no «Diário do Govêrno» n.º 24 de 10 de Fevereiro de 1916, que aprovou o regulamento e programas para execução da lei n.º 233 de 7 de Julho de 1914 sôbre o ensino normal primário

[157]

IV


Decreto n.º 4.900, que reformou as escolas normais superiores

[165]

V


Índice analítico do 2.º volume desta obra

[166]

VI


O estudo do «crescimento», no Colégio Moderno, de Coimbra, pela aplicação do método auxanológico

[168]

Livrarias Aillaud e Bertrand

LISBOA—73, Rua Garrett, 75


ANTOLOGIA PORTUGUESA

Cada volume brochado1$20
Cada volume encadernado1$60

A série da ANTOLOGIA PORTUGUESA, que virá a constar de uns trinta volumes, pelo menos, não será apresentada ao público com numeração editorial. Cada possuidor a ordenará como entenda, ou cronológicamente, ou por poetas e prosadores, segundo o seu critério e vontade.


Volumes no prélo e prestes a saír:

Manoel Bernardes, 2 volumes.
Alexandre Herculano, 2 volumes.
Frei Luís de Sousa, 2 volumes.
Guerra Junqueiro, 1 volume.

Em preparação:

Camões lírico, Antonio Vieira
Fernão Lopes, Eça de Queiroz, Bocage,
Lucena, Damião de Góis, Castilho,
Antéro de Figueiredo,
Sá de Miranda, João de Barros,
Camilo,
Os Cancioneiros, Fernão Mendes Pinto,
Gil Vicente, Garrett,
Garcia de Rezende, etc., etc.

TAILLE MOYENNE DES PORTUGAIS CONTEMPORAINS, DISTRIBUÉS PAR PROVINCES

Provinces
(Caractères
démonstratifs)
TAILLE
Hommes
Femmes
Moyenne
Millimètres
Basse
Moyenne
Haute
M=Minho
1627.95
Jusqu'à
1520
De
1521mm
jusqu'à
1620
Au
dessus
de
1621mm
TM=Trás-os-Montes
1645.53
D=Douro
1652.64
BA=Beira Alta
1630.15
BB=Beira Baixa
1646.83
E=Estremadura
1634.55
A=Alentejo
1625.34
Alg=Algarve
1633.20
IA=Ile des Açores
1651.45
IM=Ile de Madère

33.33%
54%
12.67%
Moyennegénérale
1639

Envergure générale
1673
100.00

Diâmetro sacro-púbico da Bacia x 100
Índice =


Distância entre as cristas ilíacas

[166] Cf. Dr. E. Claparède, Psychologie de l'enfant, etc., cit., pág. 429 e segs.; Fréd. Queyrat, Les jeux des enfants, Paris, 2.ª ed., 1908; Dr. Alves dos Santos, O ensino primário em Portugal, cit.; Stanley Hall, Adolescence, etc., cit.; Colozza, Psychol. und Pädagogik des Kinderspiels, Altenburg, 1900.
[167] Cf. J. Wilbois, Les nouvelles méthodes de l'éducation, Paris, 1914.
[168] Cf. P. Hachet-Souplet, De l'animal à l'enfant, Paris, 1913; Th. Ribot, L'hérédité psychologique, Paris, 1910.
[169] Cf. para conhecimento dessas classificações, Dr. E. Claparède, ob. cit., págs. 462 e segs.; Queyrat, Les jeux de l'enfant, Paris, 1905.
[170] Cf. António Alfredo Alves, Jogos infantis, apud Revista de educação, Lisboa, julho de 1912; F. Adolfo Coelho, Jogos e rimas infantis, Pòrto; Augusto Pires de Lima, Jogos e canções infantis, Pòrto, 1916.
[171] Pertencem a Mosso estas palavras concludentes: «Até há pouco tempo, os educadores e os fisiologistas limitavam-se a dizer que a gimnástica alemã era inútil e perigosa; começa-se a dizer agora que essa gimnástica é prejudicial. Cf. Éducation physique de la jeunesse, Paris, 1895, pág. 256. E Cellérier acrescenta: «A gimnástica não passa de uma abstracção do jôgo; tiraram-lhe os atractivos dêste para lhe conservarem apenas o esfòrço e a fadiga, que importa». Cf. Esquisse d'une science pédagogique, Paris, 1910, págs. 192 e 193.
[172] O homem nasce, vive e morre, num meio aéreo; por isso, o ciclo da vida compreende-se entre uma inspiração inicial e uma expiração final. A vida é, portanto, uma oxidação, assegurada pelo jôgo elástico dos pulmões e do coração. Donde resulta que tôda a gimnástica (para ser racional) deve facilitar aquele jôgo, isto é, ser respiratória. Cf. Dr. Tissié, Précis de gymnástique rationelle, Paris, 1900.
[173] Cf. Dr. Desfossés, La gymnastique respiratoire chez les enfants, Paris, 1900. Cf. Tambêm P. Barth, Pedagogia e Didatica, trad. ital., Turim, 1917, pág. 453 e segs.
[174] Cf. Dr. E. Toulouse, Le Cerveau, Paris, 1901; Th. Ribot, Les maladies de la mémoire, Paris, 1900; Ch. Richet, Essai de psychologie générale, Paris, 1912.
[175] Cf. Claude Bernard, La science expérimentale, Paris, 1878, págs. 367-403; K. Pearson, La grammaire de la science, trad. franç. do inglês, Paris, 1912, pág. 49 e segs.
[176] Cf. R. Turro, La méthode objective, apud Revue philosophique, n.os 10 e 11, de out. e nov. de 1916.
[177] Cf. G. Bohn, La nouvelle psychologie animale, cit., pág. 17 e segs.
[178] Cf. Jacques Loeb, Die Bedeutung der Tropismen für die Tierpsycholog.; E. Gley, Études de psychologie physiol. et pathol., Paris, 1903.
[179] Cf. Ch. Richet, Dictionnaire de physiol., pal. cerveau; W. James, Principii dí psicologia, trad. ital., Milão, 1909, pág. 10-91.
[180] Cf. James Sully, Études sur l'enfance, trad. franç., Paris, 1898; Ch. Letourneau, La psychologie éthnique, Paris, 1900.
[181] Cf. Traité International de Psychologie Pathologique, Paris, 1911-1912, T. I, cit.; P. Flechsig, Études sur le cerveau, trad. franç., Paris, 1898; J. P. Morat, Traité de physiologie (Fonctions d'innervation), Paris, 1902; W. Bechterew, La psychologie objective, Paris, 1913; Meumann, Experimentelle Pädagogik, 1907; W. James, Principii di psicologia, cit.
[182] Cf. Ch. Letourneau, La psychol. éthn., cit.
[183] Cf. J. Deniker, Les races et les peuples de la terre, cit., pág. 119 e segs.
[184] Traité Intern. de psychol. pathol. T. I, cit., pág. 472.
[185] As notações que o diagrama ([fig. n.º 19]) exprime, pertencem aos cânones antropométricos, expostos a páginas 85-104.
[186] Cf. J. Deniker, Ob. cit., pág. 123; Traité intern. de psych. pathol., cit. T. I, págs. 297-314; H. Höffding, Esquisse d'une psychologie fondée sur l'expérience, Paris, 1909, págs. 39-94; 118-122; W. James, Ob. cit.; Preyer, L'âme de l'enfant, págs. 298—304.
[187] Os elementos que consideramos para a concepção desta curva, assim como os da curva da consciência ([fig. n.º 22]) são hauridos dos testemunhos dos psicólogos e dos fisiologistas, dispersos pelos livros de sciência, e tambêm da observação e da experiência pessoal. A forma gráfica dessa concepção é absolutamente original.
[188] Cf. o pref. do T. II do Traité international de psychologie pathologique, cit.
[189] Cf. Ch. Feré, Sensation et mouvement, Paris, 1900, pág. 94 e segs.
[190] Cf. B. Perez, Les trois premières années de l'enfant, Paris, 1911, com pref. de James Sully; págs. 1-9.
[191] Cf. páginas 18 e segs. Cf. Preyer, L'âme de l'enfant, trad. franç. cit; B. Perez, Les trois premières années de l'enfant, Paris, 1911; A criança, quando nasce, exerce duas espécies de actividades (ambas inconscientes): 1) reacções, consecutivas a excitações (reflexas); 2) actos hereditários, necessários à manutenção da vida (instintos). Os centros nervosos dêstes movimentos encontram-se no eixo cinzento (medula) e nos centros sub-corticais.
[192] A linguagem é função do sistema nervoso. Depois dos centros nervosos hereditários, e dos centros corticais sensoriais, o primeiro centro que se organiza é o da linguagem falada; mas esta só existirá verdadeiramente, quando existir uma perfeita imagem cerebral, isto é, uma idea ou um símbolo, de que seja expressão.
Aos sons inarticulados do recêm-nascido (puras reflexas do sistema nervoso), segue-se a linguagem imitativa e balbuciada do infante; depois a palavra rudimentar da criança que atinge o fim do primeiro ano; e só, por último, é que surge a linguagem propriamente dita, isto é, a linguagem, como expressão do pensamento. Cf. Dr. Alves dos Santos, Elementos de Filosofia scientífica, 2.ª ed., Lisboa, 1918, pág. 221 e segs.; Revue Philosophique, Jan. de 1918, fasc. n.º 1.
[193] Pertencem à adolescência e ao período peri-pubertário, como características, que lhes são específicas:
1) espírito combativo e audaz;
2) optimismo; ingenuidade; consciência do próprio valor;
3) coragem; luta contra o mêdo;
4) egotismo ou egocentrismo (expansão da personalidade; amor de si);
5) sociabilidade;
6) instabilidade (mental e moral);
7) superactividade e dinamogenia dos sentimentos; etc., etc. Cf. Pierre Mendousse, L'âme de l'adolescent, Paris, 1911; G. Compayré, L'adolescence, Paris, 1909.
[194] A êste paralelismo chama A. Marie: lei da simultaneidade e da correlação necessária entre a energia nervosa e a actividade mental.
[195] Meios de fortuna ou recursos materiais dos pais ou tutores.
[196] Conduta (normal ou anormal) da família.
[197] Profissão dos progenitores ou tutores.
[198] Oficial, particular ou doméstico.
[199] Fisiológicos e patológicos.
[200] Dentição, marcha, fala (épocas em que se produziram).
[201] Acidentes (doenças, quedas, traumatismos, assimetrias).
[202] Bom, mau, péssimo; grande, pequeno, médio; nutrido, magro, esquelético; esbelto, atarracado.
[203] Estado da pele; sua coloração e dos cabelos.
[204] «Crescimento» (normal ou anormal) do sistema ósseo.
[205] Estado da bôca e dos dentes.
[206] Determinação da capacidade vital (quantidade de ar que podem conter os pulmões dilatados): 3 a 4,m3 no adulto, normal. Freqùência de respiração: a) no adulto, normal, 14 a 18 respirações, por minuto; b) no recêm-nascido, 50; c) nas idades intermediárias, entre 15 e 45, caminhando para êsses extremos, consoante a criança, pela sua idade, se aproxima ou afasta da recêm-nascença. Cada respiração compreende uma inspiração e uma expiração. A capacidade vital mede-se com o espirómetro.
[207] estado da circulação sanguínea pode apreciar-se, por meio do cardiógrafo (que mede ou regista as pulsações do coração), do pneumógrafo (que avalia a amplitude torácica), e do esfigmógrafo (que mede as pulsações da artéria radial (pulso). Segundo Mathias Duval, o número médio de pulsações, por minuto (medidas com o auxílio dum relógio, de segundos), em regra, é: à nascença, 160 a 180; 2) no fim do primeiro ano, 100 a 115; 3) na puerícia (pelos 7 anos), 90 a 100; 4) no período peri-pubertário, de 80 a 90; 5) na idade adulta, 70 a 75.
[208] Desenvolvimento dos órgãos genitais; e sinais da puberdade.
[209] Desenvolvimento da musculatura.
[210] Tonus ou capacidade de reacção.
[211] Defeitos de construção orgânica.
[212] Modificações sobrevindas, durante o «crescimento».
[213] Fôrça muscular (das mãos, dos rins, etc.), medida pelos dinamómetros.
[214] Fadiga física e fadiga mental; sua medida, por processos directos e indirectos.
[215] Observação geral: Tòdas as medidas são tomadas sôbre a criança nua. O material pedométrico é o auxanómetro de Paul Godin: dois compassos de espessura (um, mais pequeno, para medidas cranianas; outro, maior, para os diâmetros torácicos); uma fita métrica inextensível, para as circunferências; e uma balança de precisão, para as pesagens.
O perímetro torácico mede-se à altura da extremidade inferior do esterno, na sua articulação com o apêndice xifóide.
O diâmetro vertical do crânio toma-se, desde o vértex ao anti-tragus.
O diâmetro vertical do tronco mede-se, desde a fúrcula esternal até ao grande-trocânter.
Antebraço (máximo) representa a grossura muscular; (mínimo) representa a grossura óssea (pulso).
[216] E (estatura) B (busto).
[217] C (cérebro) V (vísceras).
[218] O (ossatura).
[219] S (superfície do corpo) E (estatura) D (diâmetro ântero-posterior máximo do crânio) d (diâmetro bi-acromial).
[220] Eclosão pilar do púbis. Primeiros sinais da Puberdade.
[221] Instalação da Puberdade. P (púbis) A (axilas).
[222] Encerramento do período pubertário.
[223] D. tr. (diâmetro transverso do crânio) D. ant. p. m. (diâmetro ântero-posterior máximo do crânio).
[224] D. transv. (diâmetro transverso do tórax) D. ant. post. (diâmetro ântero-posterior do tórax).
[225] D. s. p. b. (diâmetro sacro-púbico da bacia) Dist. cr. ilíacas (distância entre as cristas ilíacas).
[226] É a fórmula de Pignet.—C. R. (coeficiente de robustez física) E (estatura) P (pêso) Per. T. (perímetro torácio) insp. (inspiração) exp. (expiração).
[227] Índice do tronco.
[228] Cf. pág. 48.
[229] Cf. pág. 53.
[230] Aparição da Puberdade.
[231] Instalação da Puberdade.
[232] Encerramento da Puberdade.

Lista de erros corrigidos

Aqui encontram-se listados todos os erros encontrados e corrigidos:

Original Correcção
[#pág. 59]semgentares...segmentares
[#pág. 113]«crescimento anormal,...«crescimento anormal»,

[No] [quadro 5], na linha 13 da última coluna, o número surge sumido na obra original.
Sendo esse número resultado da média de valores apresentados anteriormente, conclui que esse seja "133".