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Rita Farinha (Fev. 2008)

BIBLIOTHECA
DE

CLASSICOS PORTUGUEZES


PROPRIETARIO E FUNDADOR

MELLO D'AZEVEDO

Bibliotheca de Classicos Portuguezes


Proprietario e fundador—Mello d'Azevedo



CHRONICA
DE
EL-REI D. AFFONSO V

POR

Ruy de Pina

VOL. III

ESCRIPTORIO
147—Rua dos Retrozeiros—147
LISBOA
1902

CAPITULO CXLI

De como se fez em Alcacere a coiraça para defensão e segurança da villa, e como D. Duarte, capitão, se houvera de perder

CAPITULO CXLII

De como a villa d'Alcacere foi de segunda vez cercada por El-Rei de Fez, e do que se passou n'este segundo cerco até que se alevantou

CAPITULO CXLIII

Como D. Duarte foi feito conde de Vianna, e El-Rei quisera outra vez passar em Africa para que se percebeu

CAPITULO CXLIV

De como falleceu o Infante D. Anrique, e de seus feitos, bondades, e virtudes

CAPITULO CXLV

De como falleceu o duque de Bragança, e sobcedeu sua casa e herança o marquez de Villa Viçosa, e como D. Fernando seu filho passou em Africa, e de vinda foi feito conde de Guimarães

CAPITULO CXLVI

De como falleceu a Infante D. Caterina, sendo já concertada para casar

CAPITULO CXLVII

De como foi a ida d'El-Rei em Africa [com] os dois mil de cavallo, e do escallamento de Tangere

CAPITULO CXLVIII

Da grande e danosa tormenta que El-Rei e o Infante passaram no mar

CAPITULO CXLIX

De como foi o primeiro cometimento do escalamento de Tangere

CAPITULO CL

De como o Infante D. Fernando sem El-Rei entrou d'Alcacere e correu a terra aos mouros

CAPITULO CLI

De como o Senhor D. Pedro, filho do Infante D. Pedro, se foi de Ceuta para Barcellona, e se intitulou Rei d'Aragão

CAPITULO CLII

De como o escallamento de Tangere se commetteu a segunda vez pelo Infante D. Fernando sem consentimento d'El-Rei

CAPITULO CLIII

De como o escallamento de Tangere se commetteu finalmente a terceira vez pelo Infante D. Fernando, e do desastrado sobcedimento que houve

CAPITULO CLIV

Como El-Rei foi d'este triste caso avisado em Ceuta, o dia que tinha concertadas vistas em Gibaltar com El-Rei de Castella, a que todavia foi, e o fundamento das ditas vistas

CAPITULO CLV

De como El-Rei em pessoa correu o campo d'Arzilla

CAPITULO CLVI

De como El-Rei D. Affonso foi correr a serra de Benafocú, e como foi em grande perigo, e como mataram os mouros o conde D. Duarte, e a Diogo da Silveira, escrivão da poridade

CAPITULO CLVII

De como El-Rei se veiu a Portugal e foi em romaria, a Guadalupe, e se viu com El-Rei D. Anrique e com a Rainha, sua mulher

CAPITULO CLVIII

De como houve em Castella grande devisão, sobre que houve vistas na cidade da Guarda com a Rainha irmã d'El-Rei

CAPITULO CLIX

De como se concertou casamento entre o Principe D. João com a Senhora D. Lianor filha do Infante D. Fernando

CAPITULO CLX

De como o Infante D. Fernando passou por si em Africa, e tomou a cidade de Anafee

CAPITULO CLXI

Do fallecimento do Infante D. Fernando, e dos filhos que d'elle ficaram

CAPITULO CLXII

De como tendo El-Rei determinado passar em Africa, convertia a armada contra os inglezes pela tomada, das náos de Portugal, e desistiu d'isso pela morte do conde Baroique, e se ordenou a ida sobre Arzilla

CAPITULO CLXIII

De como El-Rei levou comsigo o Principe seu filho, e como embarcaram, e com que gente e frota

CAPITULO CLXIV

De como El-Rei tomou terra em Arzilla

CAPITULO CLXV

De como a villa foi entrada, e o Principe foi armado cavalleiro, e morreram o conde de Marialva, e o conde de Monsanto e outros

CAPITULO CLXVI

De como Mollexeque vinha socorrer Arzila, e fez pazes com El-Rei D. Affonso

CAPITULO CLXVII

De como El-Rei foi certificado que os mouros de Tangere tinham leixado a cidade, e do que sobr'isso logo proveu, e de como se foi a ella, e de hi para o reino

CAPITULO CLXVIII

De como a Infante D. Joana filha d'El-Rei foi metida no mosteiro de Odivellas, e de hi ao mosteiro d' Aveiro, e de outras cousas que El-Rei fez

CAPITULO CLXIX

Foi feito primeiro conde de Penella D. Affonso de Vasconcellos

CAPITULO CLXX

Tomou o Principe D. João sua casa

CAPITULO CLXXI

De como houve embaixadas e vistas entre El-Rei de Castella e de Portugal, e sobre que

CAPITULO CLXXII

De como os ossos do Infante D. Fernando foram a estes reinos trazidos de Fez

CAPITULO CLXXIII

Do fundamento que El-Rei D. Affonso teve para entrar em Castella por morte d' El-Rei D. Anrique

CAPITULO CLXXIV

Como El-Rei determinou todavia entrar em Castella, e dos requerimentos que logo enviou a El-Rei D. Fernando e á Rainha D. Isabel

CAPITULO CLXXV

De como El-Rei se foi a Arronches, por onde acordou d'entrar em Castella

CAPITULO CLXXVI

De como a este tempo naceu o Principe D. Affonso neto d'El-Rei

CAPITULO CLXXVII

Da gente com que El-Rei entrou em Castella, e em que ordenança ia

CAPITULO CLXXVIII

De como El-Rei chegou a Prazença, onde publicamente foi jurado por Rei, e esposado com a Rainha D. Joana, e d'outras cousas

CAPITULO CLXXIX

De como El-Rei D. Affonso e a Rainha se foram á cidade de Touro, e como El-Rei D. Fernando veiu sobre elle com todo seu poder

CAPITULO CLXXX

De como El-Rei D. Affonso se foi a Çamora, e de hi querendo ir descercar o castello de Burgos tomou Baltanas, e prendeo o conde de Benavente

CAPITULO CLXXXI

De como El-Rei tomou Cantalapedra, e se tornou a Çamora

CAPITULO CLXXXII

Do cuidado que o Principe D. João tinha em governar e defender Portugal, e como

CAPITULO CLXXXIII

De como o principe cercou a villa d'Ougela, e a tomou, e da morte de João da Silva

CAPITULO CLXXXIV

De como o Principe indo vêr-se com El-Rei D. Affonso seu padre, foi por elle avisado da traição da ponte de Çamora, e se tornou de Miranda do Doiro

CAPITULO CLXXXV

De como foi a dita traição, e da maneira que El-Rei D. Affonso sobre isto teve

CAPITULO CLXXXVI

De como El-Rei combateu a ponte, e do que se seguiu, e como El-Rei D. Affonso leixou Çamora, e se foi a Touro

CAPITULO CLXXXVII

Dos percebimentos que o Principe fez em Portugal para ir socorrer a El-Rei D. Affonso seu padre, e como entrou em Castella

CAPITULO CLXXXVIII

De como El-Rei D. Fernando e a Rainha D. Isabel se apoderaram de Çamora, e poseram cerco ao castello

CAPITULO CLXXXIX

De como El-Rei D. Affonso e o Principe cercaram Çamora da parte da ponte

CAPITULO CXC

De como se ordenou a batalha dos Reis entre Touro e Çamora

CAPITULO CXCI

De como romperam as batalhas, e as do Principe venceram as d'El-Rei D. Fernando, e a d'El-Rei D. Fernando venceu a d'El-Rei D. Affonso, que se recolheu a Crasto Nunho, e do mais que se seguiu até fim da batalha

CAPITULO CXCII

De como o Principe se tornou a Portugal, e do que El-Rei D. Affonso fez por então em Castella

CAPITULO CXCIII

De como se ordenou a ida d'El-Rei em França, e se veio a Portugal com a Rainha D. Joana

CAPITULO CLXIV

De como El-Rei partio de Lisboa para França, e da maneira em que foi até se vêr com El-Rei de França

CAPITULO CXCV

Da primeira vez que El-Rei D. Affonso se vio com El-Rei de França em Tors em Toraina

CAPITULO CXCVI

Do que El-Rei de França e El-Rei D. Affonso entre si acordaram para execução de sua ida

CAPITULO CXCVII

De como foram a Roma embaixadores d'El-Rei de França e d'El-Rei D. Affonso requerer a despensação para poder casar com a Rainha D. Joana sua sobrinha

CAPITULO CXCVIII

De como El-Rei D. Affonso se foi vêr com o duque de Borgonha, e como logo se seguio a morte do dito duque

CAPITULO CXCIX

Da resposta que os embaixadores houveram em Roma ácerca da despensação que requereram

CAPITULO CC

Da conclusão que El-Rei D. Affonso tomou com El-Rei de França, quando com elle se vio a segunda vez

CAPITULO CCI

Como o Principe cercou a villa d'Alegrete e a tomou, e d'outras cousas que no reino se seguiram andando El-Rei D. Affonso em França

CAPITULO CCII

De como El-Rei D. Affonso desapareceu em França, e o Principe seu filho por seu mandado se alevantou por Rei em Portugal

CAPITULO CCIII

De como El-Rei D. Affonso embarcou em França e se veio a Portugal, e se vio com o Principe seu filho

CAPITULO CCIV

De como Lopo Vaz Torrão se alevantou com a villa de Moura por El-Rei de Castella, e do que se seguio

CAPITULO CCV

De como se seguiu a batalha de Merida, em que o Bispo d'Evora, capitão mór, foi vencido

CAPITULO CCVI

De como se ordenaram e trataram as pazes entre Portugal e Castella, e por quaes pessoas, e com que condições e cousas sustancialmente

CAPITULO CCVII

Da publicação das pazes e das mais cousas que para cumprimento d'ellas se fizeram, principalmente ácerca da Excellente Senhora D. Joana

CAPITULO CCVIII

Da grande pestelença que sobreveio a estes reinos, e como se fez a profissão á Excellente Senhora D. Joana

CAPITULO CCIX

De como se fizeram as entregas do Infante D. Affonso e da Infante D. Isabel nas terçarias de Moura

CAPITULO CCX

Do socorro que pelo Bispo d'Evora foi enviado contra o Turco, quando tomou a cidade do Tranto em Italia

CAPITULO CCXI

De como o duque de Vizeu foi a Castella, e se tornou a Portugal o Senhor D. Manuel seu irmão

CAPITULO CCXII

De como foi a morte d'El-Rei D. Affonso

CAPITULO CCXIII

Das feições, bondades e virtudes d'El Rei D. Affonso

FIM DO III E ULTIMO VOLUME

INDEX

1º VOLUME

capitulopagina
I—Narração12
II—Alevantamento d'El-Rei14
III—De como começaram de entender nas cousas do reino e se viu o testamento d'El-Rei17
IV—Da vinda do Infante D. Anrique á côrte, e das cousas que se logo acordaram19
V—Como o Infante D. Fernando foi jurado por Principe, se El-Rei não houvesse filho legitimo21
VI—Primeiro consentimento da Rainha para El-Rei seu filho casar com a filha do Infante D. Pedro22
VII—Resposta do Infante D. Pedro á Rainha23
VIII—Contradicção que houve em algumas pessoas no consentimento do casamento d'El-Rei com a filha do Infante D. Pedro24
IX—De como se fez o saimento d'El-Rei no mosteiro da Batalha26
X—Como ante de se fazerem as primeiras côrtes em Torres Novas, se fez uma conjuração contra o Infante D. Pedro27
XI—Como se deu a obediencia e fizeram as menagens a El-Rei e se praticou sobre quem regeria29
XII—Concordia feita entre a Rainha e o Infante [D. Pedro] acerca do regimento30
XIII—Da contradicção e mudança que houve n'este acordo31
XIV—Apontamentos que publicamente se fizeram contra o testamento de El-Rei para a Rainha não dever reger32
XV—Do meio que o Infante D. Anrique tomou entre a Rainha e o Infante D. Pedro acerca do Regimento 34
XVI—Como a Rainha por meio do conde de Barcellos enviou pedir ao Infante D. Pedro o alvará que lhe tinha dado sobre o casamento d'El-Rei37
XVII—Como El-Rei se foi a Lisboa, onde o Infante D. João veiu a primeira vez39
XVIII—Do despacho que se deu aos embaixadores de Castella40
XIX—Como a Rainha começou de reger e ser em seu regimento prasmada42
XX—Fallecimento da Infante D. Filippa43
XXI—Nascimento da Infante D. Joana43
XXI—Praticas que o Infante D. Pedro teve sobre descontentamentos que tinha da Rainha ácerca do regimento44
XXII—Como o Infante D. Pedro e o Infante D. João ambos se viram e fallaram sobre o regimento45
XXIII—Como a rainha lançou fora de sua casa certas donzellas por suspeitas a ella, e affeiçoadas ao Infante D. Pedro48
XXIV—Do alvoroço que se seguiu contra a Rainha pela execução dos varejos de Lisboa49
XXV—Ida do conde d'Arrayolos a Lisboa sobre assessego d'ella, e como não aproveitou51
XXVI—Como o Infante D. Pedro foi a Lisboa reprender e assessegar as uniões da cidade54
XXVII—Como a Rainha mandou secretamente preceber os de sua valia que viessem ás côrtes armados56
XXVIII—Como o Infante D. Pedro e o Infante D. João sobre estas cousas se tornaram a vêr, e o que acordaram58
XXIX—Como o Infante D. Pedro avisou e percebeu o reino sobre os alvoroços que se ordenavam60
XXX—Como se o Infante despediu da Rainha, e da falla que como descontente lhe fez61
XXXI—Como a Rainha com El Rei e seus filhos se foi a Alanquer, e do que se seguiu em Lisboa62
XXXII—Acordo que o povo de Lisboa fez acerca do regimento64
XXXIII—Como a cidade de Lisboa entendeu contra o Arcebispo D. Pedro pelos cubelos da alcaçova que tomou65
XXXIV—Vinda do Infante D. João á cidade67
XXXV—Como a Rainha escreveu a Lisboa e todo o reino sobre o assessego d'elle67
XXXVI—Declaração que Lisboa fez de o Infante D. Pedro só reger o reino68
XXXVII—Forma do acordo sobre o Regimento70
XXXVIII—Notificação d'este acordo ao Infante D. João, que o approvou72
XXXIX—Notificação do dito acordo á Rainha, que o contrariou, e assi aos Infantes e ao reino73
XL—Partida do Arcebispo D. Pedro fóra do reino75
XLI—Como o castello de Lisboa foi pela cidade tomado e dado ao Infante D. João, e o que se n'isso seguiu77
XLII—Mandou a Rainha velar e afortalezar Alanquer, onde tinha El-Rei81
XLIII—Dissensão que a Rainha procurou d'haver entre o Infante D. Pedro e o Infante D. Anrique81
XLIV—Embaixada dos Infantes á Rainha83
XLV—Recado da Rainha ao Infante D. Pedro quando de Coimbra vinha para Lisboa ás côrtes85
XLVI—Entrada do Infante D. Pedro em Lisboa, e como ante as côrtes acceitou o Regimento88
XLVII—Notificação do acordo passado á Rainha, que o não consentiu91
XLVIII—Ida do Infante D. Anrique á Rainha para leixar vir El-Rei ás côrtes, e lh'o tornarem92
XLIX—Entrada de El-Rei em Lisboa para as côrtes93
L—De como se apontou e aprovou não ser bem El-Rei se crear em poder da Rainha96
LI—Como a rainha teve pratica com os seus principaes sobre a ida dos Infantes a ella como se foi a Cintra e leixou El-Rei e seu irmão101
LII—Como Lisboa cometeu de querer fazer uma estatua ao Infante D. Pedro pelo beneficio do relevamento das aposentadorias, e do que lhe respondeu104
LIII—Como a Rainha sobre suas cousas se querellou aos Infantes d'Aragão seus irmãos, e da embaixada que enviaram106
LIV—De como se entendeu na redempção do Infante D. Fernando, e do que se seguiu108
LV—Como a Rainha D. Lianor se partiu de Cintra para Almeirim contra vontade de d'El-Rei e dos Infantes, e como se El-Rei foi a Santarem, e do que se seguiu113
LVI—Liança do Infante D. Pedro com o Condestabre e Mestre d'Alcantara de Castella, contra os Infantes d'Aragão, e das ajudas que lhe deu115
LVII—Conselhos que o Infante D. Pedro teve sobre o assessego e segurança d'estas cousas, e como a Rainha fingidamente se concordou com elle117
LVIII—Como o conde de Barcellos desdisse muito á Rainha esta concordia com o Infante, em caso que não fosse verdadeira119
LIX—Como o Priol do Crato consentiu em receber a Rainha em suas fortalezas120
LX—Como o conde de Barcellos fez liança com os Infantes d'Aragão, e como foi por isso muito prasmado121
LXI—Como o Infante D. Anrique se viu com o conde de Barcellos seu irmão para o concordar com o Infante D. Pedro123
LXII—De como veiu a El-Rei embaixada de Castella, e como foi recebida124
LXIII—Como o Infante D. Anrique procurou de trazer o Priol do Crato a serviço e prazer do Infante D. Pedro, e do que n'isso passou127
LXIV—De como se a Rainha aconselhou sobre a ida para o Crato, e como emfim posposto o conselho se partiu128
LXV—Do que fizeram os da Rainha depois que souberam da sua partida130
LXVI—De como o Regente foi avisado da secreta partida da Rainha, e do que logo sobr'isso se fez131
LXVII—Do que a Rainha fez depois de ser no Crato134
LXVIII—Como falleciam os mantimentos á Rainha e ao Priol do Crato135
LXIX—De uma embaixada d'El-Rei d'Aragão e de Napoles que veiu ao Infante D. Pedro sobre os feitos da Rainha136
LXX—De como o Regente determinou pôr cêrco ao Crato e ás outras fortalezas do Priol, e a que pessoas os cêrcos foram encommendados137
LXXI—Como El-Rei quiz vêr e viu o capitão na ordenança de guerra em que vinha139
LXXII—Como a Rainha meteu de Castella gente d'armas n'estes reinos para se bastecer, e do que fizeram141
LXXIII—Da resposta que o Regente houve d'algumas cousas que com sua embaixada enviou a Roma requerer142
LXXIV—Como em se accordando o cêrco do Crato soube o regente que a Rainha D. Lianor era partida do Crato para Castella, e como todavia seguiu, e do que se fez144
LXXV—Como o Infante D. Pedro e o Infante D. Anrique se foram a Lamego para passarem entre Doiro e Minho. E como o conde de Barcellos se poz em defeza, e do que se n'isso passou148
LXXVI—Das côrtes que se fizeram sobre o casamento d'El-Rei com a Rainha D. Isabel, filha do Infante D. Pedro152
LXXVII—Como o Regente por meio do conde de Barcellos procurou de se concordar com a Rainha D. Lianor, e das cousas porque ella não quiz153
LXXVIII—Como a Rainha D. Lianor se foi á côrte de El-Rei de Castella, e das embaixadas que vieram a Portugal155
LXXIX—De como o Regente sobre a resposta que a estas embaixadas se daria, fez côrtes geraes157

2.º VOLUME

LXXX—D'outra embaixada que ao Regente veiu d'El-Rei e do povo de Castella, sobre as mesmas cousas da Rainha, e da resposta que houveram, e como se entendeu em alguma concordia e contentamento da Rainha5
LXXXI—De como o Infante D. João falleceu, e que filhos d'elle ficaram10
LXXXII—De como falleceu o filho do Infante D. João que era Condestabre, e como o filho maior do Infante D. Pedro foi d'aquella dinidade provido, que foi causa e fundamento da morte do dito Infante D. Pedro12
LXXXIII—De como foi a morte do Infante D.Fernando que era captivo em Fez14
LXXXIV—De como foi a morte da Rainha D. Lianor em Toledo, estando já para se tornar a Portugal15
LXXXV—Como o Condestabre filho do Infante D. Pedro foi enviado a Castella com gentes d'armas, em ajuda de El-Rei de Castella contra os Infantes d'Aragão, e do que se passou até tornar19
LXXXVI—De como o Regente fez côrtes geraes, em que leixou a El-Rei a primeira vez o Regimento do Reino, segundo era obrigado, e como El-Rei lh'o tornou a dar22
LXXXVII—De como as filhas do Infante D. João foram casadas25
LXXXVIII—Como El-Rei por meio do duque e de seu filho o conde d'Ourem pediu ao Infante o Regimento do Reino, e como inteiramente lh'o leixou27
LXXXIX—Das cousas que o conde de Barcellos fez em abatimento do Infante D. Pedro depois que soube que já não regia, e para lançarem o Infante fóra da côrte29
XC—Como o Infante D. Anrique entendeu nas cousas do Infante D. Pedro para seu favor, e assi o conde d'Abranches34
XCI—Vinda do conde d'Abranches ás côrtes35
XCII—De como o Infante D. Anrique se foi vêr a Coimbra com o Infante D. Pedro, e com elle o conde d'Abranches, e das novidades que se seguiram37
XCIII—De uma fórma de concordia que El-Rei fez em escripto entre o Infante D. Pedro e o duque de Bragança e d'outras cousas que contra o dito Infante se seguiram39
XCIV—De como El-Rei enviou requerer ao Infante D. Pedro as suas armas, que tinha em Coimbra41
XCV—Como o conde d'Arrayolos veiu de Ceuta para concordar o Infante com El-Rei, e as causas porque se presumio que estas cousas se damnavam mais43
XCVI—De como El-Rei mandou vir o duque de Bragança á sua côrte, e como o Infante D. Pedro determinou que em auto de guerra como vinha não leixaria-o passar por sua terra46
XCVII—Do recado que o Infante D. Pedro enviou ao duque, sendo já em caminho48
XCVIII—Da resposta do duque ao Infante D. Pedro49
XCIX—Do que o conde d'Ourem ordenou em favor do duque seu pae para não leixar de proseguir seu caminho, e dos recados que El-Rei ao Infante D. Pedro enviou51
C—De como o Infante D. Pedro determinou impedir a passagem ao duque, e se percebeu e partiu para isso55
CI—De uma falla que o Infante D. Pedro fez aos seus, estando todos a cavallo56
CII—De outra falla que o duque tambem fez aos seus em seu favor contra o Infante, e de como Alvaro Pires de Tavora lhe respondeu58
CIII—D'outra falla que o duque fez a todolos seus, em que determinou não leixar o seu caminho60
CIV—De como o conde d'Abranches fallou ao Infante, aconselhando-o que desse no duque62
CV—De como o duque não quiz esperar o Infante, e se salvou atravessando secretamente a Serra d'Estrella, e do que o Infante sobr'isso disse e fez63
CVI—Como o duque se foi a Santarem onde era El-Rei, e do que se fez contra o Infante66
CVII—De como El-Rei declarou o Infante por desleal, e mandou fazer geraes percebimentos de guerra para ir sobr'elle68
CVIII—Do que o Condestabre filho do Infante D. Pedro fez, estando entre o Tejo e Odiana70
CIX—De uma carta que a Rainha enviou ao Infante D. Pedro seu padre, sobre um conselho que acerca d'elle se tivera para sua morte ou destruição, e do conselho e determinação que o Infante sobr'ella teve72
CX—Dos conselhos desvairados que ao Infante sobre sua proposição foram dados75
CXI—De como o Infante se teve ao conselho do conde d'Abranches, que foi morrer78
CXII—Como o Infante D. Pedro e o conde d'Abranches consagraram ambos de morrer um quando outro morresse79
CXIII—Como a Rainha houve d'El-Rei que perdoaria ao Infante seu padre se elle lhe pedisse perdão, e assi lh'o escreveu, e a causa porque não houve effeito81
CXIV—Como os imigos do Infante D. Pedro procuravam haver antes odio que amor nem afeição entre El-Rei e a Rainha sua mulher84
CXV—De um cumprimento que o Infante D. Pedro acerca de sua innocencia por meio de religiosos fez com El-Rei85
CXVI—Como El-Rei não tinha possibilidade de ir sobre o Infante como proposera, e como a partida do Infante de Coimbra foi causa da sua morte87
CXVII—Como o Infante D. Pedro partiu de Coimbra, e como seguiu seu caminho até Rio Maior, e do conselho que hi teve89
CXVIII—Como o Infante partiu de Rio Maior e se foi a Alcoentre, e as pessoas d'El-Rei que hi mandou matar, e a causa porque94
CXIX—Como El-Rei proveu e segurou a cidade de Lisboa, para o Infante se não recolher a ella96
CXX—Como o Infante partiu de Castanheira, e se foi alojar no Ribeiro d'Alfarrobeira97
CXXI—Como El-Rei chegou sobre o arraial do Infante D. Pedro, e como por caso e sem deliberação se seguiu sua morte99
CXXII—Como o conde d'Abranches tambem logo foi morto, e como acabou como esforçado cavalleiro, e do que se mais seguiu no cabo da batalha102
CXXIII—Da maneira que se teve com o corpo do Infante D. Pedro, e como foi vilmente tratado e soterrado104
CXXIV—Exclamação á morte do Infante D. Pedro105
CXXV—Das feições, costumes e virtudes do Infante D. Pedro110
CXXVI—Do que a Rainha fez com a nova da morte do Infante seu padre113
CXXVII—Como a Infante mulher do Infante D. Pedro soube de sua morte, e do que se fez de seus filhos114
CXXVIII—Como os imigos do Infante procuravam que El-Rei se quitasse da Rainha, e quão virtuosamente El-Rei o fez com ella115
CXXIX—Como El-Rei fez aos Reis e Principes christãos uma geral notificação da morte do Infante, e das respostas que houve, e da embaixada do duque e duqueza de Borgonha, que sobre a morte do dito Infante e sua desculpa foi principal117
CXXX—De como a judaria de Lisboa foi roubada, e a causa porque119
CXXXI—De como foi o casamento da Imperatriz D. Lianor irmã d'El-Rei com o Imperador Frederico, e festas que por elle se fizeram120
CXXXII—Da partida da Imperatriz d'estes reinos, e das pessoas que com ella foram124
CXXXIII—Como a Imperatriz chegou á Italia e foi do Imperador recebida, e assim como ambos foram pelo Papa recebidos e coroados em Roma126
CXXXIV—Dos filhos que a Rainha pario, e de como o Infante D. Fernando secretamente se foi d'estes reinos, e logo tornou a elles128
CXXXV—Como o Gram Turco tomou a cidade de Constantinopola, e o Papa publicou cruzada contra elle, e El-Rei D. Affonso a tomou133
CXXXVI—De como a Rainha pariu o Principe D. João e d'outras cousas a que El-Rei satisfez ácerca do Infante D. Pedro, e como casou a Rainha D. Joana com El-Rei D. Anrique de Castella135
CXXXVII—Da treladação e exequias que se fizeram aos ossos do Infante D. Pedro, e como a Rainha sua filha logo falleceu, e os ossos da Rainha D. Lianor foram de Castella trazidos ao mosteiro da Batalha137
CXXXVIII—Como El-Rei outra vez acceitou a cruzada contra os turcos quando fez os Cruzados, e com os percebimentos que para isso fez passou em Africa e tomou aos mouros a villa d'Alcacere140
CXXXIX—Como El-Rei se foi d'Alcacere a Ceuta, e como a villa foi por El-Rei de Fez cercada, e El-Rei a não pôde socorrer, e desafiou El-Rei de Fez150
CXL—Das cousas que passaram n'este cerco, até que de todo se alevantou153

3.º VOLUME

CXLI—De como se fez em Alcacere a coiraça para defensão e segurança da villa, e como D. Duarte, capitão, se houvera de perder[5]
CXLII—De como a villa d'Alcacere foi de segunda vez cercada por El-Rei de Fez, e do que se passou n'este segundo cêrco até que se alevantou[9]
CXLIII—Como D. Duarte foi feito conde de Vianna, e El-Rei quizera outra vez passar em Africa para que se percebeu[13]
CXLIV—De como falleceu o Infante D. Anrique, e de seus feitos, bondades, e virtudes[15]
CXLV—De como falleceu o duque de Bragança, e sobcedeu sua casa e herança o marquez de Villa Viçosa, e como D. Fernando seu filho passou em Africa, e de vinda foi feito conde de Guimarães[19]
CXLVI—De como falleceu a Infante D. Caterina, sendo já concertada para casar[20]
CXLVII—De como foi a ida d'El-Rei em Africa com os dois mil de cavallo, e do escallamento de Tangere[21]
CXLVIII—Da grande e danosa tormenta que El-Rei e o infante passaram no mar[25]
CXLIX—De como foi o primeiro cometimento do escalamento de Tangere[26]
CL—De como o Infante D. Fernando sem El-Rei entrou d'Alcacere e correu a terra aos mouros[27]
CLI—De como o Senhor D. Pedro, filho do Infante D. Pedro, se foi de Ceuta para Barcellona e se intitulou Rei d'Aragão[29]
CLII—De como o escalamento de Tangere se commetteu a segunda vez pelo Infante D. Fernando sem consentimento d'El-Rei[33]
CLIII—De como o escallamento de Tangere se commetteu finalmente a terceira vez pelo Infante D. Fernando e do desastrado sobcedimento que houve[36]
CLIV—Como El-Rei foi d'este triste caso avisado em Ceuta, o dia que tinha concertadas vistas em Gibraltar com El-Rei de Castella, a que todavia foi, e o fundamento das ditas vistas[42]
CLV—De como El-Rei em pessoa correu o campo d'Arzilla[44]
CLVI—De como El-Rei D. Affonso foi correr a serra de Benafocú, e como foi em grande perigo e como mataram os mouros o conde D. Duarte, e a Diogo da Silveira, escrivão da poridade[45]
CLVII—De como El-Rei se veiu a Portugal e foi em romaria a Guadalupe, e se viu com El-Rei D. Anrique e com a Rainha sua mulher[50]
CLVIII—De como houve em Castella grande divisão, sobre que houve vistas na cidade da Guarda com a Rainha irmã d'El Rei[51]
CLIX—De como se concertou casamento entre o Principe D. João com a Senhora D. Lianor filha do Infante D. Fernando[52]
CLX—De como o Infante D. Fernando passou por si em Africa, e tomou a cidade de Anafee[53]
CLXI—Do fallecimento do Infante D. Fernando, e dos filhos que d'elle ficaram[54]
CLXII—De como tendo El-Rei determinado passar em Africa, convertia a armada contra os inglezes pela tomada das náos de Portugal, e desistiu d'isso pela morte do conde Baroique, e se ordenou a ida sobre Arzilla[56]
CLXIII—De como El-Rei levou comsigo o Principe seu filho e como embarcaram, e com que gente e frota[58]
CLXIV—De como El-Rei tomou terra em Arzilla[59]
CLXV—De como a villa foi entrada, e o Principe foi armado cavalleiro, e morreram o conde de Marialva e o conde de Monsanto e outros[61]
CLXVI—De como Mollexeque vinha socorrer Arzilla, e fez pazes com El-Rei D. Affonso[64]
CLXVII—De como El-Rei foi certificado que os mouros de Tangere tinham leixado a cidade, e do que sobr'isso logo proveu, e de como se foi a ella, e de hi para o reino[66]
CLXVIII—De como a Infante D. Joana filha de El-Rei foi metida no mosteiro d'Odivellas, e de hi ao mosteiro d'Aveiro, e d'outras cousas que El-Rei fez[68]
CLXIX—Foi feito primeiro conde de Penella D. Affonso de Vasconcellos[69]
CLXX—Tomou o principe D. João sua casa[69]
CLXXI—De como houve embaixadas e vistas entre El-Rei de Castella e de Portugal, e sobre que[69]
CLXXII—De como os ossos do Infante D. Fernando foram a estes reinos trazidos de Fez[71]
CLXXIII—Do fundamento que El-Rei D. Affonso teve para entrar em Castella por morte d'El-Rei D. Anrique[72]
CLXXIV—Como El-Rei determinou todavia entrar em Castella, e dos requerimentos que logo enviou a El-Rei D. Fernando e á Rainha D. Isabel[74]
CLXXV—De como El-Rei se foi a Arronches, por onde acordou de entrar em Castella[75]
CLXXVI—De como a este tempo naceu o Principe D. Affonso neto d'El-Rei[76]
CLXXVII—Da gente com que El-Rei entrou em Castella e em que ordenança ia[76]
CLXXVIII—De como El-Rei chegou a Prazença onde publicamente foi jurado por Rei, e esposado com a Rainha D. Joana, e d'outras cousas[78]
CLXXIX—De como El-Rei D. Affonso e a Rainha se foram á cidade de Touro, e como El-Rei D. Fernando veiu sobre elle com todo seu poder[79]
CLXXX—De como El-Rei D. Affonso se foi a Çamora, e de hi querendo ir descercar o castello de Burgos tomou Baltanas, e prendeo o conde de Benavente[81]
CLXXXI—De como El-Rei tomou Cantalapedra, e se tornou a Çamora[84]
CLXXXII—Do cuidado que o Principe D. João tinha em governar e defender Portugal, e como[84]
CLXXXIII—De como o principe cercou a villa d'Ougela, e a tomou, e da morte de João da Silva[86]
CLXXXIV—De como o Principe indo vêr-se com El-Rei D. Affonso seu padre, foi por elle avisado da traição da ponte de Çamora, e se tornou de Miranda do Doiro[87]
CLXXXV—De como foi a dita traição, e da maneira que El-Rei D. Affonso sobre isto teve[87]
CLXXXVI—De como El-Rei combateu a ponte, e do que se seguiu, e como El-Rei D. Affonso leixou Çamora, e se foi a Touro[89]
CLXXXVII—Dos percebimentos que o Principe fez em Portugal para ir socorrer a El-Rei D. Affonso seu padre, e como entrou em Castella[90]
CLXXXVIII—De como El-Rei D. Fernando e a Rainha D. Isabel se apoderaram de Çamora, e pozeram cerco ao castello[92]
CLXXXIX—De como El-Rei D. Affonso e o Principe cercaram Çamora da parte da ponte[93]
CXC—De como se ordenou a batalha dos Reis entre Touro e Çamora[94]
CXCI—De como romperam as batalhas, e as do Principe venceram as d'El-Rei D. Fernando, e a d'El-Rei D. Fernando venceu a d'El-Rei D. Affonso, que se recolheu a Crasto Nunho, e do mais que se seguiu até fim da batalha[97]
CXCII—De como o Principe se tornou a Portugal, e do que El-Rei D. Affonso fez por então em Castella[102]
CXCIII—De como se ordenou a ida d'El-Rei em França, e se veio a Portugal com a Rainha D. Joana[104]
CXCIV—De como El-Rei partiu de Lisboa para França, e da maneira em que foi até se vêr com El-Rei de França[106]
CXCV—Da primeira vez que El-Rei D. Affonso se vio com El-Rei de França em Tors em Toraina[109]
CXCVI—Do que El-Rei de França e El-Rei D. Affonso entre si acordaram para execução de sua ida[111]
CXCVII—De como foram a Roma embaixadores d'El-Rei de França e d'El-Rei D. Affonso requerer a despensação para poder casar com a Rainha D. Joana sua sobrinha[113]
CXCVIII—De como El-Rei D. Affonso se foi vêr com o duque de Borgonha, e como logo se seguio a morte do dito duque[114]
CXCIX—Da resposta que os embaixadores houveram em Roma ácerca da despensação que requereram[117]
CC—Da conclusão que El-Rei D. Affonso tomou com El-Rei de França, quando com elle se vio a segunda vez[118]
CCI—Como o Principe cercou a villa d'Alegrete e a tomou, e d'outras cousas que no reino se seguiram andando El-Rei D. Affonso em França[119]
CCII—De como El-Rei D. Affonso desappareceu em França, e o Principe seu filho por seu mandado se alevantou por Rei em Portugal[121]
CCIII—De como El-Rei D. Affonso embarcou em França e se veio a Portugal, e se vio com o Principe seu filho[125]
CCIV—De como Lopo Vaz Torrão se alevantou com a villa de Moura por El-Rei de Castella, e do que se seguio[127]
CCV—De como se seguiu a batalha de Merida, em que o Bispo d'Evora, capitão-mór, foi vencido[128]
CCVI—De como se ordenaram e trataram as pazes entre Portugal e Castella, e por quaes pessoas, e com que condições e cousas sustancialmente[130]
CCVII—Da publicação das pazes e das mais cousas que para cumprimento d'ellas se fizeram, principalmente ácerca da Excellente Senhora D. Joana[136]
CCVIII—Da grande pestelença que sobreveio a estes reinos, e como se fez a profissão á Excellente Senhora D. Joana[139]
CCIX—De como se fizeram as entregas do Infante D. Affonso e da Infante D. Isabel nas terçarias de Moura[142]
CCX—Do socorro que pelo Bispo d'Evora foi enviado contra o Turco, quando tomou a cidade do Tranto em Italia[146]
CCXI—De como o duque de Vizeu foi a Castella, e se tornou a Portugal o Senhor D. Manuel seu irmão[147]
CCXII—De como foi a morte d'El-Rei D. Affonso[148]
CCXIII—-Das feições, bondades e virtudes d'El-Rei D. Affonso[150]

Lista de erros corrigidos

Aqui encontram-se listados todos os erros encontrados e corrigidos:

OriginalCorrecção
[#pág. 10]sobre e porto...sobre o porto
[#pág. 21]cam...com
[#pág. 22]sebr'isso...sobr'isso
[#pág. 35]flcou...ficou
[#pág. 37]d'Alcere...d'Alcacere
[#pág. 42]auctorldade...auctoridade
[#pág. 43]Guimamarães...Guimarães
[#pág. 53]d'Anafce...d'Anafee
[#pág. 55]ti.ulos...titulos
[#pág. 63]EI-Rei...El-Rei
[#pág. 111]grandes o louvados...grandes e louvados
[#pág. 119]E Tornando...E tornando
[#pág. I]D. Pedo...D. Pedro

Os "n" e "u" que surgiram trocados no texto original foram corrigidos de acordo com a ortografia da época.
El-Rei e El Rei são variantes da mesma palavra. Todas estas variantes foram mantidas de acordo com o original.