XXXII

Silencio… Não tem ricos, não tem nobres;
Permitte a cada um o que é preciso.
Portugal, é mister, que tu recobres
Teus foros sociaes, sem prejuizo
Dos que nascem… nem haja humildes, pobres;
Sejam nossos brazões: honra, juizo;
A terra fique livre, os bens communs,
E p'ra todos acabem os jejuns.