V

Como nos amaremos, doce amiga!
Como então amaremos! que noivado
O nosso não será!… Não tem a espiga
No campo côr melhor, nem mais doirado
Esplendor, do que tu, bella inimiga.
Hasde vêr a ventura… quando o estrado
Do leito nupcial fôr Liberdade,
E fôr docel o céo—Fraternidade.