*O NOVO LIVRO*[4]

Vou cantar novos casos dolorosos…
E navegar n'outro épico Oceano,
Novas vellas soltar!—O ouvido humano,
Que se preste a meus cantos vigorosos!

Por que eu fulminarei os crapulosos,
O fanatico, o Escriba, o Publicano,
E arrastarei á luz—como um tyranno,
O santo d'olhos doces e amorosos.

E, por tanto, homens cheios de vaidades!…
Preparai-vos a ouvir rubras verdades
Que vos hão de queimar como carvões…

E se não receaes ver morto o Erro,
—Vinde á janella a ver o grande Enterro…
E o desfilar das lividas visões!