SCENA V
D. ALBERTINA E D. ANTONIA
D. Albertina (com brandura e commovida)
Mana Antonia, se me fez mal, remedeie o mal que fez a seu mano e a mim.
D. Antonia
Eu! que teima! que aleivozia!
D. Albertina (rapida e a meia voz)
Eu accuso-me de ter querido obrigar a mana Antonia a ser honesta, a ser uma digna irmã de meu marido. Accuse-se a senhora de ter tentado vingar-se de mim calumniando-me.
D. Antonia
Que me accuse! É original a ordem! Ahi vem a virtuosa senhora com a deshonestidade{225} da minha vida! Dê-me licença. Retiro-me que não vá ser contagiosa a minha deshonestidade! (Sáe rindo uma rizada nervosa. Albertina encaminha-se para a alcôva guando o doutor vem sahindo).