NOTAS DE RODAPÉ:
[895] Monarq. Lusit. liv. 19. cap. 44. e liv. 22. cap. 52.
[896] Ibid.
[897] Ibid.
[898] Soar. da Silv. Memorias delRey D. Joaõ I. n. 153.
[899] Monarq. Lusitan. part 7. liv. 5. cap 1. Far. Europ Portug tom. 2. part. 1. cap. 6.
[900] Resend. cap. 131. e 133.
[901] Drexelio no Prodrom. æternitat. cap. 3. §. 3. n. 4.
FIM.
INDICE DAS COUSAS NOTAVEIS
deste primeiro Tomo.
A
Abrantes, antigamente se chamava Tubuci, pagin. [29].
Abundancia da Provincia do Minho, [47].
Academia Real da Historia Portuguesa por quem foy instituida, [353].
Açumar, ou Alegrete se chamava Ad septem aras, [28].
D. Affonso VI. Rey de Castella, suas conquistas, [271].
D. Affonso Henriques onde nasceo, [286]. Alcançou milagrosamente saude da Senhora de Carquere por supplicas de Egas Moniz, [287]. Elle mesmo se armou Cavalleiro na Igreja Cathedral de Çamora, [ibid.] Excluio sua mãy do Governo por força de armas, [ibid.] Ganhou huma batalha na Veiga de Valdevez, [ibid.] Triunfou de cinco Reys Mouros confederados no campo de Ourique, onde lhe appareceo Christo crucificado, dando-lhe o Escudo das Armas de Portugal, [288]. He acclamado Rey pelo seu exercito, cujo titulo confirmou o Papa Alexandre III. [289]. Mostra-se a verdade da appariçaõ de Christo, [ibid.] Responde se aos argumentos oppostos, [290]. Offerece D. Affonso Henriques por liberal tributo à Sé Apostolica dous marcos de ouro, [291]. E a Santa Maria de Claraval cinco escudos cada ano, [292]. Edificou cento e cincoenta Templos, [ibid.] Inftituio as Ordens Militares da Aza, e de Aviz, [ibid.] Casou com a Rainha Dona Mafalda, [ibid.] Filhos que teve, [ibid.], e [378]. Sua morte, e sepultura, [293].
D. Affonso II. Rey de Portugal chamado o Gordo, quando, e onde nasceo, [296]. Foy livre prodigiosamente de hum achaque por virtude de Santa Senhorinha, [ibid.] Teve grande parte na victoria das Navas contra os Mouros, auxiliando a ElRey de Castella, [ibid.] Intentou usurpar as terras que eraõ de suas irmãs, [ibid.] Conquistou aos Mouros Alcacer do Sal, e defendeo Elvas, [ibid.] Filhos que teve, [384]. Quando morreo, e onde jaz seu corpo, [297].
D. Affonso III. Rey de Portugal, chamado o Bolonhez, casou com a Condessa Matilde, [299]. Conquistou o Algarve, [ibid.] Reduzio a seu dominio algumas terras de Andaluzia, [300]. Repudiou sua legitima mulher, e casou com Dona Brites filha natural delRey D. Affonso de Castella, [ibid.] Disturbios que houve no Reino por este motivo, [ibid.] Fez violencias ao Estado Ecclesiastico, mas sujeitou-se às Censuras dos Pontifices, [301]. Edificou os Conventos de S. Domingos de Lisboa, o de Elvas, e Santa Clara de Santarem, [ibid.] Alimpou o Reino de facinorosos, [ibid.] Filhos que teve, [385]. Quando morreo, e onde jaz, [301].
D. Affonso IV. Rey de Portugal chamado o Bravo, quando nasceo, [306]. Com quem casou, [ibid.] Foy excessivo no exercicio da caça, [ibid.] Ajudou na batalha do Salado a ElRey de Castella, [307]. Fez por duas vezes mudar os Estudos publicos de Lisboa para Coimbra, [ibid.] Reedificou a Sé, estabelecendo nella varias Capellanias, [ibid.] Consentio que matassem a Dona Ignez de Castro, [ibid.] Filhos que teve, [389]. Quando morreo, e onde jaz, [307].
D. Affonso V. Rey de Portugal chamado o Africano, quando nasceo, [320]. Onde foy acclamado Rey, [ibid.] Dá batalha ao Infante D. Pedro seu irmaõ em o sitio de Alfarrobeira, [321]. Passou a Africa onde ganhou muitas Praças aos Mouros, de que se lhe originou o titulo de Africano, [322]. Com quem casou, [ibid.] Contendeo com D. Fernando de Aragaõ que o desbaratou na batalha de Toro, [ibid.] Passou a França a varias negociações, e intenta ir ver os Lugares Santos de Jerusalem, [323]. Foy muy liberal, e o primeiro que ajuntou livraria em Palacio, [ibid.] Filhos que teve, [400]. Onde morreo, e onde jaz, [324].
D. Affonso VI. Rey de Portugal chamado o Victorioso, quando nasceo, [346]. Foy acclamado Rey, e quando tomou posse, [ibid.] Alcançou contra Castella muitas victorias, especialmente a do Amexial, Canal, e Montes claros, [ibid.] Entregou-se todo às disposições de hum Antonio Conti, que o desencaminhava, [347]. Casou com a Princeza Dona Maria Francisca Isabel de Saboya, [ibid.] Separou-se della por nullidade do Matrimonio, [ibid.] Foy deposto do governo, e em seu lugar se admittio o Principe D. Pedro seu irmaõ, [ibid.] Onde morreo, e onde jaz, [348].
Aguas celenas, povoaçaõ antiga, onde ficava, [5]. —Flavias, onde existiu, [6]. —Layas, [ibid.]
Agualva, antigamente se chamou Ceciliana, [28].
Alanos, seu dominio, [256].
Albofeira, terra do Algarve, [37].
Alcacere do Sal antigamente Salacia, [29]. He ganhada aos Mouros por ElRey D. Affonso II. [297].
Alcoutim, onde existe, [37].
Alentejo. Descreve-se esta Provincia, [72].
Alenquer, antigamente se chamava Jerabrica [28].
Alfayates, Praça na Beira, [40].
Algarve. Descreve-se esta Provincia, [77].
Almeida, Praça na Beira, [40].
Almorol, antigamente Moro, [29].
Alpalhaõ, antigamente Fraxinum, [28].
Alvor, antigamente chamado Portus Anibalis, [36].
Ambracia, povoaçaõ antiga, [7].
Anibal, suas acções em Portugal, [238].
D. Antonio Prior do Crato, de quem foy filho, e se oppoem à successaõ do Reino de Portugal, [337]. Foy acclamado Rey em Santarem, [339]. Entrou em Lisboa com o mesmo titulo, [ibid.] He destruido pelo Duque de Alva na ponte de Alcantara junto a Lisboa, [ibid.] Morreo em Pariz. [ibid.]
Araduca, povoaçaõ antiga, [7].
Araducta, onde existia esta povoaçaõ, [8].
Aramenha, antigamente Medrobica, [29].
Arcadio, e Honorio. No governo destes Imperadores se acabou o dominio dos Romanos em Portugal, [244].
Armas de Portugal, foraõ dadas por Christo ao primeiro Rey D. Affonso Henriques, [288].
Aricio Pretorio, onde existio, [8].
Aroche, povoaçaõ antiga, [8].
Arrayolos, antigamente Calantica, [28].
Arrifana, sua enteada, [36].
Atributus especiaes dos Portuguezes, [218].
Aveiro. Descreve se a sua barra, [31].
Aves que ha no Reino, [164].
Azeite que ha em Portugal, [162].
Azeviche em que parte do Reino se acha, [175].
B
Balfa, Cidade antiga, [9].
Banquete publico que nas vodas do Principe D. Affonso fez ElRey D. Joaõ II. [430].
Barbaros quando invadiraõ Portugal, [254].
Barros excellentes que ha no Reino, [175].
Batalha. Dos Arcos de Valdevez, [287]. Do campo de Ourique, [288]. A do Arganhal, [293]. Das Navas, [296]. De Alcacer do Sal, [297]. A do Salado, [307]. A de Aljubarrota, [315]. A de Alcantara junto a Lisboa, [339]. A do Montijo, [344]. A do Ameixial, Canal, e Montes claros, [346]. A de Almança, [350].
Baucio Capeto, insigne Capitaõ da Turdetania, [237].
Béja, antigamente se chamava Paz Julia, [29]. Costume antigo que havia nos moradores desta Cidade quando cazavaõ seus filhos, [215].
Benis, povoaçaõ antiga, [10].
Beira. Descreve-se esta Provincia, [59].
Benavente, antigamente se chamava Aricio Pretorio, [28].
Becelga, Cidade antiga, [10].
Braga, antigamente Brachara Augusta, [28].
Bragança, seu sitio, [41].
Britenia, povoaçaõ antiga, [10].
C
Cabo de Espichel, [35].
Caça, e seu exercicio, [216]. e [438].
Caldelas, antiga povoaçaõ, [11].
Cale que significa, [3].
Callantia, povoaçaõ antiga, [10].
Calliabria, povoaçaõ antiga, [11].
Cambeto, povoaçaõ antiga, [11].
Camareiro Mór, sua obrigaçaõ, [424].
Caminha, sua barra, [29].
Campos Elysios se na verdade os houve, e onde existiraõ, [12].
Campo Mayor, sua Praça, [38].
Canace, Cidade antiga do Algarve, [14].
Capara, povoaçaõ antiga, [14].
Catalogo Chronologico dos Reys das Asturias que governaraõ Portugal, [273].
Cauca, povoaçaõ antiga, [15].
Cava, ou Florinda, foy causa da ruina de Hespanha, [259].
Castro-Marim, sua foz, [37].
Cartagineses, quando entraraõ em Portugal, [236].
Cascaes, seu porto, [32].
Ceciliana, onde existio esta povoaçaõ, [15].
Chaves, como se chamava antigamente, [28].
Christo crucificado, apparece no Campo de Ourique a ElRey D. Affonso Henriques, [289].
Collipo, foy Cidade antiga, onde hoje está Leiria, [18].
Coitadas do Reino, [438].
Comarcas. De quantas consta a Provincia do Minho, [51]. A de Tras os Montes, [57]. A da Beira, [61]. A da Estremadura, [70] A do Alentejo, [75]. A do Algarve, [79].
Conceiçaõ da Senhora, erecta em Padroeira do Reino, [345].
Copeiro Mór, sua dignidade, e obrigaçaõ, [429].
Cortes. Modo com que se celebraõ, [444].
Costumes dos Portuguezes. Saõ naturalmente esforçados, e valerosos, [201]. Leaes a seus Soberanos, [202]. Conquistadores, [204]. Zelosos, e constantes na Religiaõ, [205]. Aptos para as sciencias, [206]. Pouco inclinados a aprender linguas estrangeiras, [208]. Saõ pomposos nas occasiões publicas, [ibid.] Saõ imitadores das modas estrangeiras, [209]. Nos trages saõ inconstantes, [210]. Saõ muy namorados, [212]. Muito dados à caça, [216]. E ao combate de touros, [ibid.] Amaõ a Poezia, e a Musica, [217].
D
Descripçaõ circular do Reino, [29].
D. Diniz Rey de Portugal, chamado o Lavrador, quando nasceo, [302]. Quando foy acclamado Rey, [ibid.] Casou com a Rainha Santa Isabel, [303]. Incorporou no Padroado Real todas as fazendas que havia doado injustamente, [ibid.] Teve discordias com seu irmaõ, [ibid.] Separou a Ordem Militar de Santiago da sujeiçaõ de Castella, [304]. Instituio em Lisboa a primeira Universidade de letras, [ibid.] Fundou o Real Mosteiro de Odivellas, e o de Santa Clara de Coimbra, e Villa do Conde, [304]. Teve em summo gráo as virtudes da Justiça, verdade, e liberalidade, [305]. Instituio rezarem-se no Paço as Horas Canonicas, [ibid.] Instituio a Ordem Militar de Christo, [ibid.] Foy chamado o Pay da Patria, e o Lavrador pelo affecto que tinha à Agricultura, [ibid.] Teve no Reino algumas guerras civis, [306]. Quantos filhos teve, [387]. Sua morte, e sepultura, [306].
D. Duarte Rey de Portugal chamado o Eloquente, onde, e quando nasceo, [318]. Foy muito dado ao estudo das letras, [ibid.] Quando foy acclamado, e quando casou, [ibid.] Quiz resgatar seu irmaõ D. Fernando mas frustradamente, [319]. Filhos que teve, [397]. Sua morte, e sepultura, [320].
E
Eburobricio, onde existio esta antiga povoaçaõ, [20].
Egas Moniz foy Ayo delRey D. Affonso Henriques, suas virtudes, [288].
Egitania, Cidade antiga, [19].
Egoas que concebiaõ do vento, se as havia em Portugal, [97].
Elvas, sua Praça, [38].
Embaixadores, como eraõ recebidos, [442].
Empreza das mulheres, foy huma insigne vitoria que alcançaraõ as Portuguezas do Minho contra os Cartaginezes, [238].
Eremitica vida, teve principio na Provincia do Minho, [50].
Ervas medicinaes que ha em Portugal, [167].
Eritrea, onde existio, [19].
Esposende, sua barra, [30].
Estoi, antigamente Ossonoba, [29].
Estrangeiros, estimados dos Portuguezes, [209].
Estremadura. Descreve-se esta Provincia, [67].
Evandria, povoaçaõ antiga, [20].
Evora, Cidade antigamente chamada Liberalitas Julia, [28].
F
Faro, sua barra, [37].
Fenices, quando entraraõ em Portugal, [236].
Feira, Villa antigamente chamada Lancobriga, [29]
D. Fernando Rey de Portugal, chamado o Formoso, quando nasceo, [309]. A sua brandura o fez cair em muitas desordens, [310]. Reedificou as Praças do Reino, [ibid.] Seus casamentos, [ibid.] Fez pazes com ElRey de Castella, [312]. Cercou Lisboa de novos muros, [ibid.] Mudou a Universidade de Coimbra para Lisboa, [ibid.] Filhos que teve, [392]. Quando morreo, [313].
D. Fernando filho delRey D. Joaõ I. ficou em refens na Praça de Tangere, [396]. Morreo em Berberia, e jaz na Batalha, [ibid.]
Fertilidade do Reino em geral, [160].
Fidalgos Portuguezes, saõ reputados por vãos, [208].
Filippe II. III. IV. Reys de Portugal, suas acções que obraraõ neste Reino, [340].
Filhamentos, que cousa he, [422].
Filhos dos Senhores Reys Portuguezes, [376]. até [420].
Flaviobriga, povoaçaõ antiga, [20].
Flores de varias especies que nascem em Portugal, [167].
Florinda filha do Conde D. Juliaõ foy causa da destruiçaõ de Hespanha, [259].
Fome extraordinaria que houve na Hespanha, [235].
Fontes notaveis que ha em Portugal, [148].
Foro dos Limicos, povoaçaõ antiga, [21]. —Dos Narbassos, outra antiga povoação, [ibid.]
Foros que ha na Casa Real, [422].
Frutas de varias castas que ha em Portugal, [164].
G
Genio Portuguez. Vide [Costumes].
Gerabrica. Vide [Jerabrica].
Godos, quando começaraõ a dominar em Portugal, [255]. Catalogo dos Reys que governaraõ neste Reino, [263].
Governo antigo, e moderno da Casa Real, [421].
Guarda Mór, sua dignidade, e obrigaçaõ, [425].
Guarda Real, [433].
Guimarães cercada, e por quem, [288]. Foy a antiga Araduca, [7].
H
Dom Henrique Conde de Portugal quem foy, [282]. Com quem casou, [284]. Quando passou a Jerusalem, [285]. Batalhas que venceo, [286]. Filhos que teve, [376]. Sua morte, e sepultura, [286].
D. Henrique Cardeal he acclamado Rey, [336]. Sua morte, e sepultura, [338].
I
Jantar esplendido que deu o Senhor Rey D. Joaõ V. quando se desposou com a Serenissima Rainha Dona Maria Anna de Austria, [431].
Iberos Hespanhoes se foraõ primarios descendentes de Tubal, [222].
Idanha, antigamente Ægedita, [28].
Jerabrica, povoaçaõ antiga dos Romanos, [21].
Igrejas Cathedraes na Provincia do Minho, [50]. Em Tras os Montes, [56]. Na Beira, [61]. Na Estremadura, [69]. No Alentejo, [74]. No Algarve, [78].
Incendio notavel que houve nos Pyrineos, [235].
D. Joaõ I. Rey de Portugal chamado de Boa memoria, quando nasceo, e de quem era filho, [314]. Antes de ser Rey matou ao Conde Joaõ Fernandes Andeiro, [ibid.] Foy declarado pelo povo Defensor, e Governador do Reino, [ibid.] Foy acclamado Rey em acto de Cortes, [315]. Triunfou dos Castelhanos na famosa batalha de Aljubarrota, [ibid.] Com quem casou, [316]. Foy expugnar Ceuta, [ibid.] Mandou supprimir a antiga computaçaõ da Era de Cesar, e que se usasse da Epoca do Nascimento de Christo, [ibid.] Erigio em Metropolitana a Cathedral de Lisboa, [317]. Templos que edificou, [ibid.] Obras insignes que fez, [ibid.] Filhos que teve, [393]. Sua morte, e sepultura, [318].
D. Joaõ II. Rey de Portugal chamado Perfeito, quando nasceo, [324]. Com quem casou, [ibid.] Quando foy acclamado Rey, [ibid.] Mandou degolar ao Duque de Bragança, por ser comprehendido em huma conjuraçaõ contra elle, [325]. Seu caracter, [ibid.] Foy opposto aos jogadores, [326]. Templos que edificou, [ibid.] Dispoz a formalidade de Coro na sua Capella, [ibid.] Descobrimentos que se fizeraõ em seu tempo, [ibid.] Filhos que teve, [401]. Sua morte, [327]. Jaz seu corpo na Batalha incorrupto, [ibid.]
D.Joaõ III. Rey de Portugal chamado Piedoso, quando nasceo, [330]. Quando, e onde foy acclamado Rey, [331]. Fez muitas conquistas na India, e largou muitas Praças de Africa aos Mouros, [ibid.] Introduzio no Reino o Tribunal da Inquisiçaõ, [ibid.] Reformou muitas Religiões, e admittio em Portugal a dos Jesuitas, [ibid.] Removeo a Universidade para Coimbra, [ibid.] Obras insignes que fez, [332]. Com quem casou, [369]. Filhos que teve, [407]. Sua morte, e sepultura, [332].
D. Joaõ IV. Rey de Portugal chamado Restaurador, quando nasceo, [343]. Com quem casou, [ibid.] Foy acclamado Rey em Lisboa, [344]. Alcançou muitas vitorias contra os Castelhanos, [ibid.] Castigou os cabeças de varias conjurações, [345]. Institue muitos Tribunaes, [ibid.] Tomou em acto de Cortes por Protectora do Reino a Maria Santissima da Conceiçaõ, [ibid.] Filhos que teve, [413]. Sua morte, e sepultura, [346].
D. Joaõ V. Rey de Portugal Fidelissimo, quando nasceo, [350]. Em que dia foy acclamado Rey, [ibid.] Celebra pazes com Castella, [ibid.] Com quem casou, [351]. Erigio em Basilica Patriarcal a sua Real Capella, [352]. Mandou hum grande soccorro a favor da Igreja contra o Turco, [ibid.] Instituio a Academia Real da Historia Portugueza, [353]. Erigio varios Bispados de novo, [ibid.] Templos, e edificios que fabricou, [354]. Obteve do Papa Benedicto XIV. o indulto de poderem os Sacerdotes dos seus Dominios celebrar cada hum tres Missas no dia da Commemoraçaõ dos Fieis defuntos, [355]. Filhos que teve, [419]. Morte, e sepultura, [355].
D. Joseph I. Rey de Portugal Fidelissimo, quando nasceo, [357]. Quando foy acclamado Rey, [356]. Quando, e com quem casou, [357]. Leys que tem promulgado, [ibid.] Restaura o exercicio das letras com melhores methodos, extinguindo o magisterio aos Jesuitas, [ibid.] No extraordinario terremoto de Lisboa, se houve magnanimamente, [358]. Escapou milagrosamente de tres tiros com que o queriaõ matar, [358]. Faz justiçar os delinquentes no Caes de Belém, [ibid.] Resiste às Tropas Castelhanas que injustamente invadiraõ Portugal [ibid.] Admitte para Generalissimo das suas Armas ao Conde Soberano de Lippe Guilherme de Schaumburg, [359]. Filhos que tem, [420].
Julio Cesar veyo à conquista de Portugal, [242].
L
Lacobriga povoaçaõ antiga onde hoje he Lagos, [21].
Lagos, seu porto, [36].
Lagoas mais notaveis que ha no Reino, [81].
Lamego, antigamente Lama, [29].
Legoas que tem Portugal de comprido, e de largo, [2].
Leiria, antigamente Collipo, [28].
Lingua Portugueza. A primeira que se fallou em Portugal foy a dos Turdulos que Tubal communicou, [193]. Muitos se capacitaõ que fora a Hebraica, outros a Vasconça, ou Biscainha, [ibid.] Conforme foraõ as Nações que dominaraõ em Portugal, assim foy a lingua que se fallou, [194]. Pela entrada dos Godos entrou tambem neste Reino a lingua Portugueza, [ibid.] He misturada com vocabulos de outros idiomas, [196]. No tempo delRey D. Diniz começou a adquirir mayor perfeiçaõ, [ibid.] Participa de todas as circunstancias para ser perfeita, [ibid.] & seq.
Lisboa, antigamente Olisipo, ou Fælicitas Julia, [29]. Descreve-se a sua barra, [32]. Todos os seus portos pelo Tejo, [33].
M
Magneto, Cidade antiga, [22].
D. Manoel Rey de Portugal, chamado Venturoso, quando nasceo, [327]. Quando foy coroado, [328]. Embaixadas que mandou ao Papa Alexandre VI. [ibid.] E a Leaõ X. [330]. Expulsou fora do Reino aos Judeos, [ibid.] Com quem casou, [ibid.] Accrescentou ao seu Imperio muitas terras da India, que no seu tempo se descobriraõ, [329]. Libertou o Estado Ecclesiastico de muitos tributos, [ibid.] Foy jurado Rey de Castella, [ibid.] Templos que fundou, [ibid.] Filhos que teve, [403]. Sua morte, e sepultura, [330].
Mappa do que comprehendem as seis Provincias de Portugal, [80].
Marco de ouro, e prata que valor tem tido em todos os Reinados, [192].
Merobriga, povoaçaõ antiga, [22].
Mertola onde existe, [38].
Mestre-Sala, sua dignidade, e obrigaçaõ, [428].
Mineraes que ha no Reino, [169].
Minho. Descreve-se esta Provincia, [45].
Miranda do Douro, antigamente Concia [28]. Seu sitio, [41].
Moedas de varios metaes que se tem lavrado em Portugal, [177].
Mondego, sua barra, [31].
Monsanto, [39].
Montes que ha no Reino, [81].
Monteiro Mór, sua dignidade, e obrigaçaõ, [438].
Mordomo Mór, sua dignidade, e obrigaçaõ, [421].
Morte dos Reys como se publicava, [446].
Moura, antigamente Arucitana, [28].
Mouros, quando invadiraõ a Portugal, [269].
Mulheres Portuguezas, seu valor, [238].
Municipios o que eraõ, e quantos havia em Portugal, [44].
N
Nabancia, povoaçaõ antiga junto a Thomar, [23].
Nomes Latinos de algumas povoações de Portugal, [28].
Norba Cesarea, onde existio, [23].
Numancia, onde existio esta famosa Cidade, [23].
D. Nuno Alvares Pereira Condestavel de Portugal. Suas proezas, [315].
O
Obidos, sua grande lagoa, [133].
Obobriga, povoaçaõ antiga, [24].
Octaviano Augusto conciliou a paz em Portugal, [262].
Odemira, sua barra, [36].
Ordens Militares que instituio ElRey D. Affonso, [292].
Ossel, onde existio, [24].
Ossonoba, foy povoaçaõ antiga no Algarve, [25].
Ourique, celebre campo do Alentejo onde ElRey D. Affonso Henriques alcançou huma grande vitoria contra os Mouros, [288].
P
Panonias, onde existio esta antiga povoaçaõ, [26].
Pederneira, sua enseada, [32].
Pedras preciosas, que se achaõ em muitas terras de Portugal, [172].
D. Pedro I. Rey de Portugal, chamado Justiceiro, quando nasceo, [308]. Quando foy acclamado, [ibid.] Vingança que tomou dos que mataraõ Dona Ignez de Castro, [ibid.] Demonstraçaõ publica que fez de ser Dona Ignez sua legitima mulher, [309]. Caracter deste Rey, [ibid.] Filhos que teve, [390]. Sua morte, e sepultura, [309].
D. Pedro II. Rey de Portugal, chamado Pacifico, quando nasceo, [348]. Quando se intitulou Rey, [ibid.] Seus casamentos, [ibid.] Seu caracter, [349]. Bispados que de novo erigio, [ibid.] Entrou na grande alliança com o Imperador, Inglaterra, e Hollanda, [ibid.] Rompe guerra com Castella para onde foy em pessoa por introduzir Carlos III. Rey de Hespanha, [ibid.] Filhos que teve, [415]. Sua morte, e sepultura, [350].
Peixe, abundancia delle que ha em Portugal, [168].
Penagarcia, Seu Castello, [39].
Penamacor, seu Castello, [39].
Pertendentes de Portugal quaes foraõ depois do Cardeal Henrique, [337].
Pineto, povoaçaõ antiga, [26].
Portalegre, antigamente Amæa, [28].
Porto, antigamente Calem, [28]. Sua barra, [31].
Portos que ha no Tejo, [34].
Portuguezes, seu genio, e costumes, [201]. Attributos proprios, [218].
Povoadores primeiros de Portugal, [225].
Pretores Romanos no governo de Portugal, [241].
Provincias antigas, e modernas de Portugal, [43].
Punhete, antigamente Moro, [29].
R
Rainhas de Portugal, [362]. & seq.
Reys das Austurias que governaraõ Portugal, [273].
Reposteiro Mór, sua dignidade, [426].
Rios. Do Minho, [48]. De Tras os Montes, [56]. Da Beira, [60]. Da Estremadura, [68]. Do Alentejo, [73]. Do Algarve, [78]. Dos mais notaveis que ha no Reino, [99]. & seq.
D. Rodrigo ultimo Rey Godo, sua ruina, [259].
Romanos, quando invadiraõ, e se senhorearaõ de Portugal, [241].
Rosmaninhal, sua Praça, [38].
S
Sabugal, seu Castello, [40].
Sagres, sua enseada, [36].
Sal, abundancia della que ha em Portugal, [176].
Salacia, onde existio esta povoaçaõ, [26].
Salvaterra da Beira, seu Castello, [39].
D. Sancho I. Rey de Portugal, chamado Povoador, quando nasceo, [293]. Com quem casou, [ibid.] Acções que obrou antes de Rey, [294]. Quando foy acclamado, [ibid.] Conquistou o Algarve, [ibid.] Templos, e edificios que erigio, [295]. Filhos que teve, [379]. Sua morte, e sepultura, [295].
D. Sancho II. Rey de Portugal, chamado Capelo, quando nasceo, [298]. Quando entrou a governar, [ibid.] Recuperou muitas Praças do Alentejo que os Mouros nos tinhaõ usurpado, [ibid.] Opprimio muito o Estado Ecclesiastico, por cujo motivo Innocencio IV. o depoz do governo, [ibid.] Substituio-lhe seu irmaõ D. Affonso, [299]. Recolheo-se a Toledo onde morreo, [ibid.]
Santarem, antigamente Scalabis, ou Præsidium Julium, [29].
Santiago de Cacem, antigamente Merobriga, [29].
D. Sebastiaõ Rey de Portugal, chamado o Desejado, quando nasceo, [333]. Quando tomou posse do Reino, [ibid.] Seu caracter, [ibid.] Passou a Africa a primeira vez, [334]. Foy segunda vez soccorrer a Hamet, onde ficou destruido, e todo o seu exercito, [335]. Jaz seu corpo com incerteza no Convento de Belém, [ibid.]
Secca extraordinaria que houve na Hespanha, [235].
Serras que ha no Reino, [81].
Setubal, antigamente Cetobriga, [28]. Sua barra, [36]. Foy fundada por Tubal, [224].
Sines, seu surgidouro, [36].
Suevos, Catalogo dos seus Reys que governaraõ Portugal, [261].
T
Talabrica, foy povoaçaõ onde hoje he Aveiro, [27].
Tapada de Mafra, e Villa Viçosa, [441].
Tavira, antigamente chamada Balsa, [28]. Sua barra, [37].
Templos que os Portuguezes erigiraõ ao Imperador Octaviano Augusto, [253].
Trage Portuguez, [210].
Tras os Montes. Descreve-se esta Provincia, [55].
Trigo que ha em Portugal, [160].
Trinchante, sua dignidade, [428].
Tubal, seus descendentes foraõ os primeiros povoadores de Portugal, [222].
Tubuci, povoaçaõ antiga, [27].
Tuntobriga, onde existio esta povoaçaõ, [27].
U
Vaca, povoçaõ antiga, [27].
Valença, fronteira a Cidade de Tuy, [41].
Uchaõ, que occupaçaõ era na Casa Real, [429].
Veador da Casa, sua dignidade, [426].
Viana de Caminha, descreve-se a sua barra, [30]. ——Do Conde, sua barra, [ibid.]
Villas de que consta a Provincia do Minho, [52]. A de Tras os Montes, [56]. A da Beira, [63]. A da Estremadura, [71]. A do Alentejo, [75]. A do Algarve, [79].
Vinho que ha em Portugal, [162].
Viola, instrumento proprio dos Portuguezes, [217].
FIM.
LICENÇAS
Do Santo Officio.
Pódem-se reimprimir os cinco Tomos, de que se faz menção, e depois voltaráõ conferidos para se dar licença que corraõ, sem a qual naõ correraõ. Lisboa, 23 de Abril de 1762.
Trigoso. Lima.
Do Ordinario.
Póde-se reimprimir os Tomos de que trata a petiçaõ, e depois tornem para se dar licença para correr. Lisboa, 23 de Abril de 1762.
D. J. Arceb. Lacedemonia.
Do Desembargo do Paço.
Que se possaõ reimprimir, e depois de impressos tornaraõ conferidos para as licenças de correr. Lisboa, 24 de Abril de 1762.
Carvalho. Emaús. D. Velho. Affonseca.