COMPADRE AMANCIO

Um ginja quer copia d'aquelles versos que recitou ainda agora, e dá por ella uma moeda d'ouro… (instando) Podiamos repartir ao meio…

BOCAGE (atalhando)

Fique-se ahi, ou estraga o negocio.—Ámanhã lhe dou a copia… se me lembrar ainda. E guarde para si o que lhe offereceram. O sr. mestre póde vender barbas e sonetos, se quizer… (Compadre Amancio desfaz-se em agradecimentos.) A lyra de Bocage ninguem a paga!

(Repiques, foguetes ao longe. Afflue o povo. Está a festa no auge da animação.)