D. FELICIA

Que quer, João Rodrigues? (a D. Maria Gertrudes)—São já sete horas?

D. MARIA GERTRUDES (distraida, e sem levantar os olhos)

São.—Hão de ser.

D. FELICIA (vivamente)

Que tens?… Triste agora!

D. MARIA GERTRUDES (constrangendo-se)

Triste, eu?—Nunca estive tão alegre!…

(O escudeiro diz algumas palavras em voz baixa a D. Felicia.)

D. FELICIA (ao escudeiro)

Já sei, já sei. Ponha a banca e as urnas na outra sala. (Levanta-se, e todos. Aos circumstantes.) São horas do nosso chá. (indo a uma das damas presentes.) A menina Escolastica hade-nos cantar depois aquella modinha brazileira com primeiras e segundas… tão linda, tão linda… uma suspensão mesmo!… Aquella… Recorda-se?… (achando.) Ah! «Os Melindres da Sinhá!» Canta, riquinha, sim?

D. MARIA JOANNA (a Gonçalo)

Se não estiver com a rouquidão do costume.