SCENA VIII
BOCAGE, GONÇALO MENDO, 1.^o e 2.^o POETAS
GONÇALO (a Bocage, despedindo-se e indicando as janellas de Manuel
Simões)
Boa sorte e propicios amores!… Da inspiração não lhe fallo: nunca lhe falta, e hoje menos lhe faltará.
BOCAGE (meio desconfiado)
Já não quiz entrar commigo um instante no Nicola, e agora deixa-me!