III
«Julga mal de mim, meu amigo; nenhuma mulher póde escarnecer de um nobre coração como o seu.
Si me occulto, si fujo, é porque ha uma fatalidade que á isto me obriga. E só Deus sabe quanto me custa este sacrificio, porque o amo!
Mas não devo ser egoista e trocar sua felicidade por um amor desgraçado.
Esqueça-me.
C.»
«Meu amigo.
C.»