XI

«Mette mais, mette mais… Ah Dom Fulano!
Se o tivesses assim, de graça o tinhas!
Não vivêras em um perpetuo engano,
Pois vir-me-hia tambem quando te vinhas:
Mette mais, meu negrinho, anda, magano;
Chupa-me a lingua, meche nas mamminhas…
Morro de amor, desfaço-me em langonha…
Anda, não tenhas susto, nem vergonha.