XII

«Ha quem fuja de carne, ha quem não morra
Por tão bello, e dulcissimo trabalho?
Ha quem tenha outra idéa, ha quem discorra
Em cousa, que não seja de mangalho?
Tudo entre as mãos se me converte em porra,
Quanto vejo transforme-se em caralho:
Porra, e mais porra no verão, e no hynverno,
Porra até nas profundas do inferno!…