XIII

Ergue a voz, que as paredes abalava,
E co'a força do alento sibilante
Mata a pallida luz, que a um canto estava,
Em plumbeo castiçal agonisante:
«Oh tu, rei dos caralhos (exclamava)
Perde o medo, que mostras no semblante:
Que quem hoje te agarra no marsapo
É de Venus o filho, o deus Priapo.