XIV
«Vendo a fome cruel do parrameiro,
Que essas negras entranhas te devora,
De putas um covil deixei ligeiro,
Por fartar-te de fodas sem demora:
Consolarás o rigido madeiro
N'uma femea gentil, que perto mora;
Mas não lh'o mettas todo, pois receio
Que a possas escaxar de meio a meio.»