III.
Mas Ignez só, que por penar vivia,
Naufragava em soluços cada instante,
Ignez, aquella Ignez, que amor fazia
Por lhe dobrar as magoas mais constante:
Aquella, em cujas graças competia
Ser formosa, discreta, e ser amante,
Em cujas prendas naõ tiveraõ parte
Artificios da industria, invençoẽs da arte.