IL.

Agora alcançarás, prenda querida,
Os rigores de amor na minha sorte,
Pois agora me quer roubar a vida,
Só por ma naõ tirar primeyro a morte:
Mas ay! que a pena se duplîca unida:
Mas ay! que a magoa se eternisa forte;
Pois que vejo na dor do mal esquivo,
Que naõ posso morrer, porque naõ vivo.