L.
Mas agora na pena, que me entrega,
Vejo, que quer a dôr, e a mais aspira,
Que padeça na morte, que o mal nega,
E que pene na vida, que amor tira:
Aqui verás, Ignez, a quanto chega
Esta pena de amor, que amor, conspira;
Pois agora naõ sey, no que discorro,
Se vivo ausente, nem se ausente morro.