LVII.

Mas oh! paray razoens, tornay gemidos,
A dor interpretay, que o peito sente,
Que talvez em meus ays por repetidos
Os eccos ouça de quem choro ausente:
Ay! doce ausente meu, naõ dos sentidos,
Ay! quem pudéra amor ter-vos presente!
Mas deyxai-me fallar, talvez que possa
Ouvir na minha voz eccos da vossa.