LXIV.
Mas viveràs, Ignes, que amor ordena
Nestas memorias, donde a tyrannia
Por naõ lograr-se mal a minha pena,
Debuxàra melhor tua galhardia:
Aqui veràs, Ignes, se me condena
Amor, que por tyranno se avalia,
A fazer impossiveis, pois discorro
Viver lembrado, quando auzente morro.