LXV.
Morra no ramalhete flor cobarde
A que Rosa nasceo mais alentada,
Vomitando rubins pague na tarde
Quantas perolas bebeu na madrugada:
Seja bruto fiscal de tanto alarde
O mesmo dia, que a chorou cortada,
Que nenhuma manhãa, nem tarde temo
As contas tomar possa a tanto extremo.