VI.

Que pesáres, que penas, que rigores
Amor formáva, cada qual sentia,
Qual nos gemidos soluçando amores,
Em carinhossas magoas confundia:
Qual desmayado no tapiz das flores,
Se recosta trophéo da tyrannia,
Notando aquelle peito, cujo enfeite
Lhe troca em pena, quanto foy deleite.