VII.
Quantas vezes fallando enternecidos,
Em soluços lhe pára o doce alento!
Quantas na voz do monte repetidos
Os saudosos ays lhe torna o vento:
Quantas a ser naufragio dos sentidos,
Se deriva em chrystaes o sentimento;
Pois quer a dor, querendo amor agora,
Chórem dous Soes a falta de huma Auróra.