VI.
Tal Ignez na manhaã dos ternos annos,
Nas primeyras Auróras da esperança,
Deo nos laços de amor doces enganos,
Do vendádo rapaz linda vingança;
Mas os golpes da Parca deshumanos
A belleza por flor em flor alcança,
Exprimentou na sempre amarga sorte
Por maõs do Deos do amor armas da morte.