XIX.

Cá me fica outra vida, que naõ passa,
Com que padeça morte repetida,
Que quer amor tyranno, que renaça
Huma vida das cinzas de outra vida:
Que como taõ crueis penas me traça,
Como me traz em fogo convertida,
A acabar, outra Feniz, me condena,
Morrendo em cinzas, renascendo em pena.