XXXVII.

E vós paray nas queixas amorosas,
Galantes cortesans da soledade,
Que naõ fazeis os pontos de queixosas
Quando dais tantas falsas na saudade:
Paray, digo, a meus ays, paray piedosas,
Paray nos quebros, tende a liberdade,
Aprendereis a ser nestes retiros
Hum Féniz cada qual de meus suspiros.