XXXVIII.

Paray gentîs emblemas da vaidade,
Flores, digo, paray, paray saudosas,
Naõ bebais presunçoens, que a pouca idade
Sereis de meus incendios mariposas:
Aprendey dos alinhos da beldade,
De vossa vida, digo, a ser piedosas;
Que sempre foy nas regras da ternûra
Muy capaz de liçoens a formosura.