SCENA IV

LAURA (só)

Laura

É d'Elle!… Estará doente, meu Deus!… (abre a carta, e lê): «Menina Laura.—É hoje mais um dos poucos dias em que me vejo obrigado a faltar-lhe com a minha visita á hora do costume… Peço-lhe que não lance esta falta na conta de esquecimento, por que a tenho sempre presente no pensamento e no coração. Até mais logo. Seu muito amigo, Alfredo.» (Declamando): Felizmente, é só algum estorvo da vida militar, e ainda hoje terei o prazer de vêl-o. (Deixa a carta no cesto da costura).