I

Eil-o junto de nós dormindo o somno eterno.
Na terra emfim descança ao pé do chão paterno.
Ao pae que tanto amor em vida lhe votou
Tambem na sepultura agora se abraçou.
Quando ao romper do sol alegre o céo rebrilha,
Como anjo tutelar desce do Empyreo a filha;
Bate as azas gentis por entre o cyprestal,
E solta hymno inspirado ao somno paternal.
Quem constante lidou, desde a mais tenra edade,
Em prol do amor da patria, em bem da humanidade,
Quando é chegada a hora e deixa a terra emfim,
Á entrada do outro mundo encontra um seraphim.