1º VOLUME

capitulopagina
I—Narração12
II—Alevantamento d'El-Rei14
III—De como começaram de entender nas cousas do reino e se viu o testamento d'El-Rei17
IV—Da vinda do Infante D. Anrique á côrte, e das cousas que se logo acordaram19
V—Como o Infante D. Fernando foi jurado por Principe, se El-Rei não houvesse filho legitimo21
VI—Primeiro consentimento da Rainha para El-Rei seu filho casar com a filha do Infante D. Pedro22
VII—Resposta do Infante D. Pedro á Rainha23
VIII—Contradicção que houve em algumas pessoas no consentimento do casamento d'El-Rei com a filha do Infante D. Pedro24
IX—De como se fez o saimento d'El-Rei no mosteiro da Batalha26
X—Como ante de se fazerem as primeiras côrtes em Torres Novas, se fez uma conjuração contra o Infante D. Pedro27
XI—Como se deu a obediencia e fizeram as menagens a El-Rei e se praticou sobre quem regeria29
XII—Concordia feita entre a Rainha e o Infante [D. Pedro] acerca do regimento30
XIII—Da contradicção e mudança que houve n'este acordo31
XIV—Apontamentos que publicamente se fizeram contra o testamento de El-Rei para a Rainha não dever reger32
XV—Do meio que o Infante D. Anrique tomou entre a Rainha e o Infante D. Pedro acerca do Regimento 34
XVI—Como a Rainha por meio do conde de Barcellos enviou pedir ao Infante D. Pedro o alvará que lhe tinha dado sobre o casamento d'El-Rei37
XVII—Como El-Rei se foi a Lisboa, onde o Infante D. João veiu a primeira vez39
XVIII—Do despacho que se deu aos embaixadores de Castella40
XIX—Como a Rainha começou de reger e ser em seu regimento prasmada42
XX—Fallecimento da Infante D. Filippa43
XXI—Nascimento da Infante D. Joana43
XXI—Praticas que o Infante D. Pedro teve sobre descontentamentos que tinha da Rainha ácerca do regimento44
XXII—Como o Infante D. Pedro e o Infante D. João ambos se viram e fallaram sobre o regimento45
XXIII—Como a rainha lançou fora de sua casa certas donzellas por suspeitas a ella, e affeiçoadas ao Infante D. Pedro48
XXIV—Do alvoroço que se seguiu contra a Rainha pela execução dos varejos de Lisboa49
XXV—Ida do conde d'Arrayolos a Lisboa sobre assessego d'ella, e como não aproveitou51
XXVI—Como o Infante D. Pedro foi a Lisboa reprender e assessegar as uniões da cidade54
XXVII—Como a Rainha mandou secretamente preceber os de sua valia que viessem ás côrtes armados56
XXVIII—Como o Infante D. Pedro e o Infante D. João sobre estas cousas se tornaram a vêr, e o que acordaram58
XXIX—Como o Infante D. Pedro avisou e percebeu o reino sobre os alvoroços que se ordenavam60
XXX—Como se o Infante despediu da Rainha, e da falla que como descontente lhe fez61
XXXI—Como a Rainha com El Rei e seus filhos se foi a Alanquer, e do que se seguiu em Lisboa62
XXXII—Acordo que o povo de Lisboa fez acerca do regimento64
XXXIII—Como a cidade de Lisboa entendeu contra o Arcebispo D. Pedro pelos cubelos da alcaçova que tomou65
XXXIV—Vinda do Infante D. João á cidade67
XXXV—Como a Rainha escreveu a Lisboa e todo o reino sobre o assessego d'elle67
XXXVI—Declaração que Lisboa fez de o Infante D. Pedro só reger o reino68
XXXVII—Forma do acordo sobre o Regimento70
XXXVIII—Notificação d'este acordo ao Infante D. João, que o approvou72
XXXIX—Notificação do dito acordo á Rainha, que o contrariou, e assi aos Infantes e ao reino73
XL—Partida do Arcebispo D. Pedro fóra do reino75
XLI—Como o castello de Lisboa foi pela cidade tomado e dado ao Infante D. João, e o que se n'isso seguiu77
XLII—Mandou a Rainha velar e afortalezar Alanquer, onde tinha El-Rei81
XLIII—Dissensão que a Rainha procurou d'haver entre o Infante D. Pedro e o Infante D. Anrique81
XLIV—Embaixada dos Infantes á Rainha83
XLV—Recado da Rainha ao Infante D. Pedro quando de Coimbra vinha para Lisboa ás côrtes85
XLVI—Entrada do Infante D. Pedro em Lisboa, e como ante as côrtes acceitou o Regimento88
XLVII—Notificação do acordo passado á Rainha, que o não consentiu91
XLVIII—Ida do Infante D. Anrique á Rainha para leixar vir El-Rei ás côrtes, e lh'o tornarem92
XLIX—Entrada de El-Rei em Lisboa para as côrtes93
L—De como se apontou e aprovou não ser bem El-Rei se crear em poder da Rainha96
LI—Como a rainha teve pratica com os seus principaes sobre a ida dos Infantes a ella como se foi a Cintra e leixou El-Rei e seu irmão101
LII—Como Lisboa cometeu de querer fazer uma estatua ao Infante D. Pedro pelo beneficio do relevamento das aposentadorias, e do que lhe respondeu104
LIII—Como a Rainha sobre suas cousas se querellou aos Infantes d'Aragão seus irmãos, e da embaixada que enviaram106
LIV—De como se entendeu na redempção do Infante D. Fernando, e do que se seguiu108
LV—Como a Rainha D. Lianor se partiu de Cintra para Almeirim contra vontade de d'El-Rei e dos Infantes, e como se El-Rei foi a Santarem, e do que se seguiu113
LVI—Liança do Infante D. Pedro com o Condestabre e Mestre d'Alcantara de Castella, contra os Infantes d'Aragão, e das ajudas que lhe deu115
LVII—Conselhos que o Infante D. Pedro teve sobre o assessego e segurança d'estas cousas, e como a Rainha fingidamente se concordou com elle117
LVIII—Como o conde de Barcellos desdisse muito á Rainha esta concordia com o Infante, em caso que não fosse verdadeira119
LIX—Como o Priol do Crato consentiu em receber a Rainha em suas fortalezas120
LX—Como o conde de Barcellos fez liança com os Infantes d'Aragão, e como foi por isso muito prasmado121
LXI—Como o Infante D. Anrique se viu com o conde de Barcellos seu irmão para o concordar com o Infante D. Pedro123
LXII—De como veiu a El-Rei embaixada de Castella, e como foi recebida124
LXIII—Como o Infante D. Anrique procurou de trazer o Priol do Crato a serviço e prazer do Infante D. Pedro, e do que n'isso passou127
LXIV—De como se a Rainha aconselhou sobre a ida para o Crato, e como emfim posposto o conselho se partiu128
LXV—Do que fizeram os da Rainha depois que souberam da sua partida130
LXVI—De como o Regente foi avisado da secreta partida da Rainha, e do que logo sobr'isso se fez131
LXVII—Do que a Rainha fez depois de ser no Crato134
LXVIII—Como falleciam os mantimentos á Rainha e ao Priol do Crato135
LXIX—De uma embaixada d'El-Rei d'Aragão e de Napoles que veiu ao Infante D. Pedro sobre os feitos da Rainha136
LXX—De como o Regente determinou pôr cêrco ao Crato e ás outras fortalezas do Priol, e a que pessoas os cêrcos foram encommendados137
LXXI—Como El-Rei quiz vêr e viu o capitão na ordenança de guerra em que vinha139
LXXII—Como a Rainha meteu de Castella gente d'armas n'estes reinos para se bastecer, e do que fizeram141
LXXIII—Da resposta que o Regente houve d'algumas cousas que com sua embaixada enviou a Roma requerer142
LXXIV—Como em se accordando o cêrco do Crato soube o regente que a Rainha D. Lianor era partida do Crato para Castella, e como todavia seguiu, e do que se fez144
LXXV—Como o Infante D. Pedro e o Infante D. Anrique se foram a Lamego para passarem entre Doiro e Minho. E como o conde de Barcellos se poz em defeza, e do que se n'isso passou148
LXXVI—Das côrtes que se fizeram sobre o casamento d'El-Rei com a Rainha D. Isabel, filha do Infante D. Pedro152
LXXVII—Como o Regente por meio do conde de Barcellos procurou de se concordar com a Rainha D. Lianor, e das cousas porque ella não quiz153
LXXVIII—Como a Rainha D. Lianor se foi á côrte de El-Rei de Castella, e das embaixadas que vieram a Portugal155
LXXIX—De como o Regente sobre a resposta que a estas embaixadas se daria, fez côrtes geraes157