| LXXXIII—De
como foi a morte do Infante D.Fernando que era captivo em
Fez | 14 |
| LXXXIV—De
como foi a morte da Rainha D. Lianor em Toledo, estando
já para se tornar a
Portugal | 15 |
| LXXXV—Como
o Condestabre filho do Infante D. Pedro foi enviado a
Castella com gentes d'armas, em ajuda de El-Rei de Castella contra os
Infantes d'Aragão, e do que se passou até
tornar | 19 |
| LXXXVI—De
como o Regente fez côrtes geraes, em que leixou a
El-Rei a primeira vez o Regimento do Reino, segundo era obrigado, e
como El-Rei lh'o tornou a
dar | 22 |
| LXXXVII—De
como as filhas do Infante D. João foram
casadas | 25 |
| LXXXVIII—Como
El-Rei por meio do duque e de seu filho o conde d'Ourem
pediu ao Infante o Regimento do Reino, e como inteiramente lh'o
leixou | 27 |
| LXXXIX—Das cousas
que o conde de Barcellos fez em abatimento do
Infante D. Pedro depois que soube que já não
regia, e para lançarem o
Infante fóra da
côrte | 29 |
| XC—Como o Infante
D. Anrique entendeu nas cousas do Infante D. Pedro
para seu favor, e assi o conde
d'Abranches | 34 |
| XCI—Vinda do conde
d'Abranches ás
côrtes | 35 |
| XCII—De como o
Infante D. Anrique se foi vêr a Coimbra com o
Infante D. Pedro, e com elle o conde d'Abranches, e das novidades que
se
seguiram | 37 |
| XCIII—De uma
fórma de concordia que El-Rei fez em escripto
entre o Infante D. Pedro e o duque de Bragança e d'outras
cousas que contra o dito Infante se
seguiram | 39 |
| XCIV—De como
El-Rei enviou requerer ao Infante D. Pedro as suas armas,
que tinha em
Coimbra | 41 |
| XCV—Como o conde
d'Arrayolos veiu de Ceuta para concordar o Infante
com El-Rei, e as causas porque se presumio que estas cousas se damnavam
mais | 43 |
| XCVI—De
como El-Rei mandou vir o duque de Bragança á sua
côrte, e como o Infante D.
Pedro determinou que em auto de guerra como vinha não
leixaria-o passar por sua
terra | 46 |
| XCVII—Do
recado que o Infante D. Pedro enviou ao duque, sendo
já em
caminho | 48 |
| XCVIII—Da
resposta do duque ao Infante D.
Pedro | 49 |
| XCIX—Do
que o conde d'Ourem ordenou em favor do duque seu pae para
não leixar de proseguir seu caminho, e dos recados que
El-Rei ao Infante D. Pedro
enviou | 51 |
| C—De
como o Infante D. Pedro determinou impedir a passagem ao duque, e
se percebeu e partiu para
isso | 55 |
| CI—De
uma falla que o Infante D. Pedro fez aos seus, estando todos a
cavallo | 56 |
| CII—De outra falla
que o duque tambem fez aos seus em seu favor contra
o Infante, e de como Alvaro Pires de Tavora lhe
respondeu | 58 |
| CIII—D'outra falla
que o duque fez a todolos seus, em que determinou
não leixar o seu
caminho | 60 |
| CIV—De como o
conde d'Abranches fallou ao Infante, aconselhando-o que
desse no
duque | 62 |
| CV—De como o duque
não quiz esperar o Infante, e se salvou
atravessando secretamente a Serra d'Estrella, e do que o Infante
sobr'isso disse e
fez | 63 |
| CVI—Como o duque
se foi a Santarem onde era El-Rei, e do que se fez
contra o
Infante | 66 |
| CVII—De como
El-Rei declarou o Infante por desleal, e mandou fazer
geraes percebimentos de guerra para ir
sobr'elle | 68 |
| CVIII—Do que o
Condestabre filho do Infante D. Pedro fez, estando
entre o Tejo e
Odiana | 70 |
| CIX—De uma carta
que a Rainha enviou ao Infante D. Pedro seu padre,
sobre um conselho que acerca d'elle se tivera para sua morte ou
destruição, e
do conselho e determinação que o Infante
sobr'ella
teve | 72 |
| CX—Dos conselhos
desvairados que ao Infante sobre sua
proposição foram
dados | 75 |
| CXI—De como o
Infante se teve ao conselho do conde d'Abranches, que
foi
morrer | 78 |
| CXII—Como
o Infante D. Pedro e o conde d'Abranches
consagraram ambos de morrer um quando outro
morresse | 79 |
| CXIII—Como
a Rainha houve d'El-Rei que perdoaria ao Infante seu padre
se elle lhe pedisse perdão, e assi lh'o escreveu, e a causa
porque não houve
effeito | 81 |
| CXIV—Como os
imigos do Infante D. Pedro procuravam haver antes odio
que amor nem afeição entre
El-Rei e a Rainha sua
mulher | 84 |
| CXV—De um
cumprimento que o Infante D. Pedro acerca de sua innocencia
por meio de religiosos fez com
El-Rei | 85 |
| CXVI—Como El-Rei
não tinha possibilidade de ir sobre o
Infante como proposera, e como a partida do Infante de Coimbra foi
causa da sua
morte | 87 |
| CXVII—Como o
Infante D. Pedro partiu de Coimbra, e como seguiu seu
caminho até Rio Maior, e do conselho que hi
teve | 89 |
| CXVIII—Como o
Infante partiu de Rio Maior e se foi a Alcoentre, e as
pessoas d'El-Rei que hi mandou matar, e a causa
porque | 94 |
| CXIX—Como El-Rei
proveu e segurou a cidade de Lisboa, para o Infante
se não recolher a
ella | 96 |
| CXX—Como o Infante
partiu de Castanheira, e se foi alojar no Ribeiro
d'Alfarrobeira | 97 |
| CXXI—Como El-Rei
chegou sobre o arraial do Infante D. Pedro, e como
por caso e sem deliberação se seguiu sua
morte | 99 |
| CXXII—Como o conde
d'Abranches tambem logo foi morto, e como acabou
como esforçado cavalleiro, e do que se mais seguiu no cabo
da
batalha | 102 |
| CXXIII—Da
maneira que se teve com o corpo do Infante D. Pedro, e como
foi vilmente tratado e
soterrado | 104 |
| CXXIV—Exclamação
á morte do Infante
D.
Pedro | 105 |
| CXXV—Das
feições, costumes e virtudes do Infante
D.
Pedro | 110 |
| CXXVI—Do que a
Rainha fez com a nova da morte do Infante seu
padre | 113 |
| CXXVII—Como
a Infante mulher do Infante D. Pedro soube de sua morte, e
do que se fez de seus
filhos | 114 |
| CXXVIII—Como
os imigos do Infante procuravam que El-Rei se quitasse da
Rainha, e quão virtuosamente El-Rei o fez com
ella | 115 |
| CXXIX—Como
El-Rei fez aos Reis e Principes christãos uma
geral notificação da morte do Infante, e das
respostas que houve, e da embaixada do duque e duqueza de Borgonha, que
sobre a morte do dito Infante e sua desculpa foi
principal | 117 |
| CXXX—De como a
judaria de Lisboa foi roubada, e a causa
porque | 119 |
| CXXXI—De como foi
o casamento da Imperatriz D. Lianor irmã
d'El-Rei com o Imperador Frederico, e festas que por elle se
fizeram | 120 |
| CXXXII—Da partida
da Imperatriz d'estes reinos, e das pessoas que com
ella
foram | 124 |
| CXXXIII—Como a
Imperatriz chegou á Italia e foi do
Imperador recebida, e assim como ambos foram pelo Papa recebidos e
coroados em
Roma | 126 |
| CXXXIV—Dos filhos
que a Rainha pario, e de como o Infante D. Fernando
secretamente se foi d'estes reinos, e logo tornou a
elles | 128 |
| CXXXV—Como o Gram
Turco tomou a cidade de Constantinopola, e o Papa
publicou cruzada contra elle, e El-Rei D. Affonso a
tomou | 133 |
| CXXXVI—De como a
Rainha pariu o Principe D. João e d'outras
cousas a que El-Rei satisfez ácerca do Infante D. Pedro, e
como casou a Rainha D. Joana com El-Rei D. Anrique de
Castella | 135 |
| CXXXVII—Da
treladação e exequias que se fizeram
aos ossos do Infante D. Pedro, e como a Rainha sua filha logo falleceu,
e os ossos da Rainha D. Lianor foram de Castella trazidos ao mosteiro
da
Batalha | 137 |
| CXXXVIII—Como
El-Rei outra vez acceitou a cruzada contra os turcos
quando fez os Cruzados, e com os percebimentos que para isso fez passou
em Africa e tomou aos mouros a villa
d'Alcacere | 140 |
| CXXXIX—Como
El-Rei se foi d'Alcacere a Ceuta, e como a villa foi por
El-Rei de Fez cercada, e El-Rei a não pôde
socorrer, e desafiou El-Rei de
Fez | 150 |
| CXL—Das
cousas que passaram n'este cerco, até que de todo
se
alevantou | 153 |