3.º VOLUME

CXLI—De como se fez em Alcacere a coiraça para defensão e segurança da villa, e como D. Duarte, capitão, se houvera de perder[5]
CXLII—De como a villa d'Alcacere foi de segunda vez cercada por El-Rei de Fez, e do que se passou n'este segundo cêrco até que se alevantou[9]
CXLIII—Como D. Duarte foi feito conde de Vianna, e El-Rei quizera outra vez passar em Africa para que se percebeu[13]
CXLIV—De como falleceu o Infante D. Anrique, e de seus feitos, bondades, e virtudes[15]
CXLV—De como falleceu o duque de Bragança, e sobcedeu sua casa e herança o marquez de Villa Viçosa, e como D. Fernando seu filho passou em Africa, e de vinda foi feito conde de Guimarães[19]
CXLVI—De como falleceu a Infante D. Caterina, sendo já concertada para casar[20]
CXLVII—De como foi a ida d'El-Rei em Africa com os dois mil de cavallo, e do escallamento de Tangere[21]
CXLVIII—Da grande e danosa tormenta que El-Rei e o infante passaram no mar[25]
CXLIX—De como foi o primeiro cometimento do escalamento de Tangere[26]
CL—De como o Infante D. Fernando sem El-Rei entrou d'Alcacere e correu a terra aos mouros[27]
CLI—De como o Senhor D. Pedro, filho do Infante D. Pedro, se foi de Ceuta para Barcellona e se intitulou Rei d'Aragão[29]
CLII—De como o escalamento de Tangere se commetteu a segunda vez pelo Infante D. Fernando sem consentimento d'El-Rei[33]
CLIII—De como o escallamento de Tangere se commetteu finalmente a terceira vez pelo Infante D. Fernando e do desastrado sobcedimento que houve[36]
CLIV—Como El-Rei foi d'este triste caso avisado em Ceuta, o dia que tinha concertadas vistas em Gibraltar com El-Rei de Castella, a que todavia foi, e o fundamento das ditas vistas[42]
CLV—De como El-Rei em pessoa correu o campo d'Arzilla[44]
CLVI—De como El-Rei D. Affonso foi correr a serra de Benafocú, e como foi em grande perigo e como mataram os mouros o conde D. Duarte, e a Diogo da Silveira, escrivão da poridade[45]
CLVII—De como El-Rei se veiu a Portugal e foi em romaria a Guadalupe, e se viu com El-Rei D. Anrique e com a Rainha sua mulher[50]
CLVIII—De como houve em Castella grande divisão, sobre que houve vistas na cidade da Guarda com a Rainha irmã d'El Rei[51]
CLIX—De como se concertou casamento entre o Principe D. João com a Senhora D. Lianor filha do Infante D. Fernando[52]
CLX—De como o Infante D. Fernando passou por si em Africa, e tomou a cidade de Anafee[53]
CLXI—Do fallecimento do Infante D. Fernando, e dos filhos que d'elle ficaram[54]
CLXII—De como tendo El-Rei determinado passar em Africa, convertia a armada contra os inglezes pela tomada das náos de Portugal, e desistiu d'isso pela morte do conde Baroique, e se ordenou a ida sobre Arzilla[56]
CLXIII—De como El-Rei levou comsigo o Principe seu filho e como embarcaram, e com que gente e frota[58]
CLXIV—De como El-Rei tomou terra em Arzilla[59]
CLXV—De como a villa foi entrada, e o Principe foi armado cavalleiro, e morreram o conde de Marialva e o conde de Monsanto e outros[61]
CLXVI—De como Mollexeque vinha socorrer Arzilla, e fez pazes com El-Rei D. Affonso[64]
CLXVII—De como El-Rei foi certificado que os mouros de Tangere tinham leixado a cidade, e do que sobr'isso logo proveu, e de como se foi a ella, e de hi para o reino[66]
CLXVIII—De como a Infante D. Joana filha de El-Rei foi metida no mosteiro d'Odivellas, e de hi ao mosteiro d'Aveiro, e d'outras cousas que El-Rei fez[68]
CLXIX—Foi feito primeiro conde de Penella D. Affonso de Vasconcellos[69]
CLXX—Tomou o principe D. João sua casa[69]
CLXXI—De como houve embaixadas e vistas entre El-Rei de Castella e de Portugal, e sobre que[69]
CLXXII—De como os ossos do Infante D. Fernando foram a estes reinos trazidos de Fez[71]
CLXXIII—Do fundamento que El-Rei D. Affonso teve para entrar em Castella por morte d'El-Rei D. Anrique[72]
CLXXIV—Como El-Rei determinou todavia entrar em Castella, e dos requerimentos que logo enviou a El-Rei D. Fernando e á Rainha D. Isabel[74]
CLXXV—De como El-Rei se foi a Arronches, por onde acordou de entrar em Castella[75]
CLXXVI—De como a este tempo naceu o Principe D. Affonso neto d'El-Rei[76]
CLXXVII—Da gente com que El-Rei entrou em Castella e em que ordenança ia[76]
CLXXVIII—De como El-Rei chegou a Prazença onde publicamente foi jurado por Rei, e esposado com a Rainha D. Joana, e d'outras cousas[78]
CLXXIX—De como El-Rei D. Affonso e a Rainha se foram á cidade de Touro, e como El-Rei D. Fernando veiu sobre elle com todo seu poder[79]
CLXXX—De como El-Rei D. Affonso se foi a Çamora, e de hi querendo ir descercar o castello de Burgos tomou Baltanas, e prendeo o conde de Benavente[81]
CLXXXI—De como El-Rei tomou Cantalapedra, e se tornou a Çamora[84]
CLXXXII—Do cuidado que o Principe D. João tinha em governar e defender Portugal, e como[84]
CLXXXIII—De como o principe cercou a villa d'Ougela, e a tomou, e da morte de João da Silva[86]
CLXXXIV—De como o Principe indo vêr-se com El-Rei D. Affonso seu padre, foi por elle avisado da traição da ponte de Çamora, e se tornou de Miranda do Doiro[87]
CLXXXV—De como foi a dita traição, e da maneira que El-Rei D. Affonso sobre isto teve[87]
CLXXXVI—De como El-Rei combateu a ponte, e do que se seguiu, e como El-Rei D. Affonso leixou Çamora, e se foi a Touro[89]
CLXXXVII—Dos percebimentos que o Principe fez em Portugal para ir socorrer a El-Rei D. Affonso seu padre, e como entrou em Castella[90]
CLXXXVIII—De como El-Rei D. Fernando e a Rainha D. Isabel se apoderaram de Çamora, e pozeram cerco ao castello[92]
CLXXXIX—De como El-Rei D. Affonso e o Principe cercaram Çamora da parte da ponte[93]
CXC—De como se ordenou a batalha dos Reis entre Touro e Çamora[94]
CXCI—De como romperam as batalhas, e as do Principe venceram as d'El-Rei D. Fernando, e a d'El-Rei D. Fernando venceu a d'El-Rei D. Affonso, que se recolheu a Crasto Nunho, e do mais que se seguiu até fim da batalha[97]
CXCII—De como o Principe se tornou a Portugal, e do que El-Rei D. Affonso fez por então em Castella[102]
CXCIII—De como se ordenou a ida d'El-Rei em França, e se veio a Portugal com a Rainha D. Joana[104]
CXCIV—De como El-Rei partiu de Lisboa para França, e da maneira em que foi até se vêr com El-Rei de França[106]
CXCV—Da primeira vez que El-Rei D. Affonso se vio com El-Rei de França em Tors em Toraina[109]
CXCVI—Do que El-Rei de França e El-Rei D. Affonso entre si acordaram para execução de sua ida[111]
CXCVII—De como foram a Roma embaixadores d'El-Rei de França e d'El-Rei D. Affonso requerer a despensação para poder casar com a Rainha D. Joana sua sobrinha[113]
CXCVIII—De como El-Rei D. Affonso se foi vêr com o duque de Borgonha, e como logo se seguio a morte do dito duque[114]
CXCIX—Da resposta que os embaixadores houveram em Roma ácerca da despensação que requereram[117]
CC—Da conclusão que El-Rei D. Affonso tomou com El-Rei de França, quando com elle se vio a segunda vez[118]
CCI—Como o Principe cercou a villa d'Alegrete e a tomou, e d'outras cousas que no reino se seguiram andando El-Rei D. Affonso em França[119]
CCII—De como El-Rei D. Affonso desappareceu em França, e o Principe seu filho por seu mandado se alevantou por Rei em Portugal[121]
CCIII—De como El-Rei D. Affonso embarcou em França e se veio a Portugal, e se vio com o Principe seu filho[125]
CCIV—De como Lopo Vaz Torrão se alevantou com a villa de Moura por El-Rei de Castella, e do que se seguio[127]
CCV—De como se seguiu a batalha de Merida, em que o Bispo d'Evora, capitão-mór, foi vencido[128]
CCVI—De como se ordenaram e trataram as pazes entre Portugal e Castella, e por quaes pessoas, e com que condições e cousas sustancialmente[130]
CCVII—Da publicação das pazes e das mais cousas que para cumprimento d'ellas se fizeram, principalmente ácerca da Excellente Senhora D. Joana[136]
CCVIII—Da grande pestelença que sobreveio a estes reinos, e como se fez a profissão á Excellente Senhora D. Joana[139]
CCIX—De como se fizeram as entregas do Infante D. Affonso e da Infante D. Isabel nas terçarias de Moura[142]
CCX—Do socorro que pelo Bispo d'Evora foi enviado contra o Turco, quando tomou a cidade do Tranto em Italia[146]
CCXI—De como o duque de Vizeu foi a Castella, e se tornou a Portugal o Senhor D. Manuel seu irmão[147]
CCXII—De como foi a morte d'El-Rei D. Affonso[148]
CCXIII—-Das feições, bondades e virtudes d'El-Rei D. Affonso[150]