NOTAS DE RODAPÉ:

[11] As folhas do album em que se escreveram estes versos.

IV.
AI HELENA!

Ai Helena! de amante e de espôso

Ja o nome te faz suspirar,

Ja tua alma singela presente

Esse fogo de amor delicioso

Que primeiro nos faz palpitar!...

Oh! não vas, donzellinha innocente,

Não te vas a esse ingano intregar:

É amor que te illude e te mente,

É amor que te hade mattar!

Quando o sol n’estes montes desertos

Deixa a luz derradeira apagar,

Com as trevas da noite que espanta

Véem os anjos do inferno incubertos

A sua victima incauta affagar.

Doce é a voz que adormece e quebranta,

Mas a mão do traidor... faz gelar.

Treme, foge do amor que te incanta,

É amor que te hade mattar.

V.
THE ROSE—A SIGH.[12]

If this delicious, grateful flower,

Which blows but for a little hour,

Should to the sight so lovely be,

As from it’s fragrance seems to me,

A sigh must then it’s colour show,

For that is the softest joy I know.

And sure the rose is like a sigh,

Borne just to soothe and then—to die.