[76] See the History of Italian Literature, vol. ii. p. 171.
[77] Only a short specimen can conveniently be quoted here. In the fifth act of the Estrangeiros a servant who has met with a misfortune in the street calls aloud for justice, and an old man, named Reynaldo, interposes his remarks. Callidio. Regedores, Cidadães, homens de bem, os grandes, et os pequenos todos me acodi, todos me valei que a todos releva, se aqui ha alguma lembrança de liberdade, et justiça.
Reynaldo. Tamanhas duas cousas cuydavas tu d’achar assipollas ruas?
Callidio. No meyo do dia, no meyo de Palermo naõ me ouve ninguem, naõ me acode ninguem.
Reynaldo. Callate ora com teu mal.
Callidio. Que fazem aqui tantas varas de justiça?
Reynaldo. Que riso!
Callidio. Todo o mundo dorme?
Reynaldo. Dormes? tu sonhas? tu tresvalias?
Callidio. Ah cidadães que todos somos escravos.