[3] este Arnado. Cf. Bernardo de Brito, Chronica de Cister, III, 18: 'se foi [Afonso Henriquez] ao longo do Mondego por um campo q̃ então e no tempo de agora se chama o Arnado, trocado ja pelas enchentes do rio de campo cuberto de flores em um areal esteril e sem nenhũa verdura.' Cf. Cancioneiro da Vaticana, No. 1014: 'en Coimbra caeu ben provado, caeu en Runa ata en o Arnado.'

[7] See the Spanish romance (ap. Menéndez y Pelayo. Antología, t. VIII, p. 124): 'Yo me estaba allá en Coimbra que yo me la hube ganado.'

[8], 9 The sense of these two obscure lines is apparently: 'Since Coimbra so chastises us that we are left without a penny.' Ruy Moniz in the Canc. Geral, vol. II (1910), p. 142, has çimbrar ou casar. In Spanish cimbrar = 'to brandish a rod,' 'to bend.' In the Auto del Repelon, printed in 1509, Enzina has: El palo bien assimado Cimbrado naquella tiesta (Teatro (1893), p. 236) and Fernández (p. 25) No vos cimbre yo el cayado. Cf. Antonio Prestes, Autos (ed. 1871), p. 211: E o vilão vindo me zimbra: reprender-me! and João Gomes de Abreu (C. Ger. vol. IV (1915), p. 304) seraa rrijo çimbrado. preto = real preto, contrasted with the white (i.e. silver) real.

[12] Pelos campos de Mondego cavaleiros vi somar were two very well-known lines apparently belonging to a real historical Portuguese romance on the death of Ines de Castro. They occur in Garcia de Resende's poem on her death. See C. Michaëlis de Vasconcellos, Estudos sobre o romanceiro peninsular.

[13] Cf. Tragicomedia da Serra da Estrella (1527): Pedem-lhe em Coimbra cevada E elle dá-lhe mexilhões.

[19] milham, green maize cut young for fodder.

[32] ratinhos, peasants from Beira. They play a large part in Portuguese comedy.

[80] azemel = almocreve. Both words are of Arabic origin. Cf. almofreixe infra.

[93] Endoenças = indulgentiae. Semana de Endoenças = Holy Week.

[103] In the Auto da Lusitania Vicente says jestingly, perhaps in imitation of the Spanish romances, that he was born at Pederneira (a small sea-side town in the district of Leiria). He mentions it again in the Cortes de Jupiter and in the Templo de Apolo.