E á minha carne entrega a tua carne em flor!

Preme contra o meu peito o teu seio agitado,

E aprende a amar o Amor, renovando o peccado!

Abençóo o teu crime, acolho o teu desgosto,

Bebo-te, de uma em uma, as lagrimas do rosto!

Ve! tudo nos repelle! a toda a creação

Sacóde o mesmo horror e a mesma indignação.…

A colera de Deus torce as arvores, cresta

Como um tufão de fogo o seio de floresta,

Abre a terra em vulcões, encrespa a agua do rios;