Um poléa que a viu, espantado e tristonho,
Um poléa lhe perguntou:
“Mosca, esse refulgir, que mais parece um sonho,
Dize, quem foi que t’o ensinou?”
Então ella, voando, e revoando, disse:
“Eu sou a vida, eu sou a flor
Das graças, o padrão da eterna meninice,
E mais a gloria, e mais o amor.”
E elle deixou-se estar a contemplal-a, mudo,
E tranquillo, como un fakir,