Felisberto.—Então, acorda ou não? (ap. a Elvira) Para graça já basta...
Gertrudes (a chorar) Ai! ai! que a minha rica menina fica hypnotisada para sempre!...
Felisberto (ap).—Valha-me Deus! Querem ver que a hypnotisei a valer? (alto) Vão buscar um leque.
Simplicio (indo buscar um abano).—Prompto. O leque do fogão.
Felisberto.—Soprem todos... (elle abana Elvira, os outros sopram-lhe a cara).
Venceslau (a chorar)—Ai! que matou a minha filha! Elvira! Elvira!
Simplicio (fazendo grande lamuria).—Ih! ih! ih! povre menina... morrer assentada n'uma cadeira... que morte tão affrontarosa!...
Felisberto (cada vez mais assustado?)—Façam bulha, muita bulha, a ver se assim...
Simplicio—Ah! quer bulha, então espere... (toca trombone. Todos batem com as cadeiras e fazem toda a bulha possivel).
Felisberto—Toquem, toquem todos... (todos imitam diversos instrumentos, batem á porta do F.)