Venceslau.—Está bom, vae para casa do diabo...

Simplicio.—Não sei onde mora...

Venceslau (tendo uma ideia).—Ah! espera ahi. (ap.) E se eu o hypnotisasse a elle?... ah! que grande ideia... experimentemos... (alto a Simplicio.) Tu queres que eu te perdoe e consinta que continues a tocar trombone?

Simplicio.—Se quero, o trombone, é o meu incanto...

Venceslau.—Bem, então has de fazer o que eu te mandar.

Simplicio.—Prompto, patrão, diga que eu cá estou.

Venceslau.—Bem, senta-te aqui. (indica um fauteuil)

Simplicio.—O quê? assentar-me na cara do patrão... isso é que não...

Venceslau.—Senta-te aqui n'este fauteuil, já te disse.

Simplicio.—N'esse fotoi-lhe... é que eu não assento... O assento...