Se o sabio que buscava o oiro nas retortas

Ia como um ladrão

Roubar timidamente, á noite, ás horas mortas

Algum fructo do chão,

Tiravam-lhe da boca esse fructo damninho

D'uma maneira suave:

Atando-lhe á garganta uma corda de linho

Suspensa d'uma trave.

Um dia um visionario, alma vertiginosa,

Espirito immortal,