Que abala a immensidade
O fantasma rugiu:—Não me conheces, não!
Chamo-me a Liberdade!
«Venho buscar o mundo. Entrega-o, salteador!
É meu o globo, harpia!»
E arrancou-lh'o. Soltando um grito, no estertor
Convulso da agonia,
Tombou por terra o papa. E repentinamente
Viu surgir-lhe do lado
Um esqueleto a rir, todo fosforecente,