A alma vae-me, em delirio, pelos plainos celestes... desfolhando-te psalmos, seguindo entre o bando das chimeras... Apoz o devaneio, pousa entre arminhos... na paz do teu peito.

Se me repudias!... oh! então... não mais te fixarei amorosamente; não mais, oh! brilhantissimo astro, eu procurarei vêr-te; não mais fitarei teu rosto, que encantos mil encerra.

Resta-me a esperança de ser indigno do teu despreso! Rogo-te, soluçando, não olvides o teu humilde cantor.

La vie par elle-même est courte, mais
Le malheur l'allonge.
(P. SIRUS.)


Tout un ciel est dans une goutte de rosée.
Toute une äme est dans une larme.
(ROUX.)